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CAPA


A realidade particular dos Cartórios na Bahia Total de Cartórios: 1.463


Total de Cartórios: 1.463 90% 10%


48% 52%


Cartórios privados: 145 Cartórios estatizados: 1.318


• Até janeiro de 2017


Cartórios privados: 742 Cartórios estatizados: 721


• Após janeiro de 2017


Estado (veja matéria na sequencia), há ainda a questão dos interinos, ou seja, notários que são delegatários concursados em um cartório, mas que precisaram assumir, até a conclusão do concurso, outras unidades em outras loca- lidades. Este é o caso dos cartórios de registro civil de Brotas e da Vitória que saíram do Edi- fício União e hoje são administrados por Mary Jane Lessa, que é tabeliã de Notas e Protesto da Comarca de Amargosa, cidade que fica a mais de 230 km de distância de Salvador. “A administração deve ser uma tarefa estra-


João Borges Hegouet Neto, titular de serventia extrajudicial no Estado da Bahia desde o ano de 1975: “Acarajé e suboficial são duas coisas que só a Bahia tem”


tégica, ou seja, feita de forma estudada e de acordo com o planejamento estratégico, para obtenção de melhores resultados. A gestão e serviços de ambos os cartórios são feitos pes- soalmente e de forma on-line, fato pelo qual os cartórios possuem banco de dados ‘nas nu- vens’ e forma de interação a distância quando preciso. Mas, asseguro que estou pessoalmen- te nos cartórios durante a semana, dividindo meus dias de forma organizada”, explica. O Corregedor-Geral de Justiça do Estado


“Todos nós conhecemos as deficiências do


serviço público, em especial no que se refere à falta de investimentos. A privatização traz não só novas técnicas como novos técnicos, ou seja, pessoas concursadas e preparadas para esse objetivo”


Osvaldo de Almeida Bomfim, desembargador Corregedor Geral da Justiça da Bahia


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da Bahia, desembargador Osvaldo de Almeida Bomfim, explica que as mudanças previstas pelo novo Código de Processo Civil no que tange aos cartórios já estão em andamento e que a privatização é um avanço. “Todos nós conhecemos as deficiências do


serviço público, em especial no que se refere à falta de investimentos. A privatização traz não só novas técnicas como novos técnicos, ou seja, pessoas concursadas e preparadas para esse objetivo. Quanto ao concurso, esperamos que ainda no início de 2017 saia o resultado de vez”. Os notários consultados ainda não sabem


quando a situação estará integralmente re- solvida, mas torcem para que seja em breve. “Acarajé e suboficial são duas coisas que só a Bahia tem”, comenta Hegouet.


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