60
Duel Drive
com analógico (que a BMW chama de Sensatec e que é de série nesta linha Luxury) e existe uma base para carregamento sem fios do telemóvel, que o Alfa não pode ter. Neste Alfa estavam uns bons bancos com regulações eléctricas e a chave com o sistema “mãos-livres”, que permite abrir e fechar o carro sem retirar a chave do bolso e que não deixa de ser incrível como numa versão do BMW X3 que quase toca nos 80 mil euros, não estava presente. Não é por aí que o gato vai às filhoses, como diz o ditado, mas é, no mínimo, estranho.
EM ESTRADA
Para quem já não se recorda, Stelvio é uma mon- tanha italiana que, em 20 quilómetros, possui
mais de 75 curvas (quase todas em gancho) e é um ícone para aos amantes da condução. E foi com base nesse prazer de condução que a Alfa Romeo desenvolveu o seu Stelvio. Para isso, a marca italiana dotou-o de uma suspensão in- dependente às quatro rodas com triângulos so- brepostos à frente (tudo em alumínio), que de- nominou de AlfaLink, e que até varia o camber dianteiro quando rodamos o volante. O Stelvio ganhou um dos melhores comportamentos de um SUV, até porque a direcção é direta e telepática aos movimentos no volante e o sistema de tração integral com vetorização de binário faz o resto. Aliás, o sistema de tração integral Q4 funciona como um tração traseira, com 100 por cento do binário a ser enviado para o eixo lá de trás e só quando é necessário é que a potência é trans- ferida para o eixo dianteiro, mas apenas até um limite de 50 por cento. O resultado é um SUV a curvar com muita eficácia e a levar velocidades para o interior da curva realmente elevadas mas isso porque em alguns pontos da carroçaria foi utilizada fibra de carbono, material extremamen- te leve e resistente que também foi utilizado para o veio de transmissão. Na prática, sente-se que o Stelvio é muito leve e aceita transições de direc- ção rápidas e sem (muito) esforço. Depois, ao ter
Page 1 |
Page 2 |
Page 3 |
Page 4 |
Page 5 |
Page 6 |
Page 7 |
Page 8 |
Page 9 |
Page 10 |
Page 11 |
Page 12 |
Page 13 |
Page 14 |
Page 15 |
Page 16 |
Page 17 |
Page 18 |
Page 19 |
Page 20 |
Page 21 |
Page 22 |
Page 23 |
Page 24 |
Page 25 |
Page 26 |
Page 27 |
Page 28 |
Page 29 |
Page 30 |
Page 31 |
Page 32 |
Page 33 |
Page 34 |
Page 35 |
Page 36 |
Page 37 |
Page 38 |
Page 39 |
Page 40 |
Page 41 |
Page 42 |
Page 43 |
Page 44 |
Page 45 |
Page 46 |
Page 47 |
Page 48 |
Page 49 |
Page 50 |
Page 51 |
Page 52 |
Page 53 |
Page 54 |
Page 55 |
Page 56 |
Page 57 |
Page 58 |
Page 59 |
Page 60 |
Page 61 |
Page 62 |
Page 63 |
Page 64 |
Page 65 |
Page 66 |
Page 67 |
Page 68 |
Page 69 |
Page 70 |
Page 71 |
Page 72 |
Page 73 |
Page 74 |
Page 75 |
Page 76 |
Page 77 |
Page 78 |
Page 79 |
Page 80 |
Page 81 |
Page 82 |
Page 83 |
Page 84 |
Page 85 |
Page 86 |
Page 87 |
Page 88 |
Page 89 |
Page 90 |
Page 91 |
Page 92 |
Page 93 |
Page 94 |
Page 95 |
Page 96 |
Page 97 |
Page 98 |
Page 99 |
Page 100