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Test Drive
ço e conforto da cabina dupla com desconto no ISV), que vem com o roll bar na caixa metálica, proteção da cai- xa metálica com “bed liner” e os comandos do rádio no volante. Em opção estão disponíveis duas medidas de jante calçadas pelos BF Goodrich All-Terrain A/T, a me- dida 245/70 R16 com jantes em aço e a medida 265/65 R17 com jantes de liga leve. A nossa Pro Racing vinha com a medida mais larga que tem um custo de 2.500€. É claro que esta opção implica aprender a viver com menos aderência em asfalto, sobretudo molhado, do que, por exemplo, a proporcionada pelos Toyo de me- dida 255/60 R18 que podem ser montados na D-Max LS em opção, para além de um aumento de consumo im- portante; com os Toyo equivalentes aos de um SUV a D-Max faz médias inferiores a 9 l/100 km, mas o maior peso e superior resistência ao rolamento dos BF Goo- drich All-Terrain T/A implicam que para baixar dos 10 l/100 km é necessário uma condução suave em percur- sos muito rolantes. O motor 1.9 é o mais pequeno9 do segmento, mas tem uma boa disponibilidade de biná- rio a médios regimes e é bem explorado por um esca- lonamento de transmissão que resiste a ser demasiado
longo, permitindo que a D-Max recupera facilmente em 5ª e 6ª desde baixas velocidades. Para além disto, também é um dos poucos que cumpre a norma Euro 6 sem Adblue, o que reduz os custos de operação; curio- samente, a D-Max tem um indicador do nível de satu- ração do filtro de partículas e indica quando está a re- generar. A baixa aderência em asfalto implica que os controlos de estabilidade e tração estão sempre a entrar em ro- tundas e saídas/entradas de vias rápidas, pelo que o melhor é selecionar o modo ESP Off, até porque este só desliga a 100% quando estão colocadas as redutoras; bo- tão de controlo da tração na posição 4L. Assim já podemos curvar a velocidades normais sem que a eletrónica intervenha de forma desconfortável, existindo até margem para fazer derivar ligeiramente a D-Max e usarmos o acelerador para ajustar a atitude. É claro que não temos a dinâmica de um desportivo, mas é suficiente para manter a condução interessante naquelas alturas em que temos de circular em asfalto. Mas a verdadeira essência da D-Max só aparece fora de estrada. No modo 4L (4x4 altas) o ESP nunca desliga a
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