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AUDI A1
de escape e suspensão adaptativa de série). A Audi abandonar o Diesel, que na Europa representou apenas 15% da procura na geração anterior, mas que em Portugal equivalia à maioria das vendas. Quando nos sentámos no inte- rior, o primeiro impacto é o das cores mais vivas, que fazem “pendant” com a carroçaria, nomeadamente nos con- tornos das saídas de ventilação, conso- la central e o interior do puxador das portas. Predominam linhas limpas e simplicidade de comandos. Os bancos em tecido pespontados com um pa- drão alegre são confortáveis, o volante é novo, o topo do tablier tem um ma- terial suave ao toque e o espaço a bor- do é acima da média no segmento. No entanto, o forro das portas é feito em
plástico duro. Importante é a estreia no modelo do sistema MMI em opção com um ecrã tátil de 10,1 polegadas (com sis- tema de escrita com o dedo) alinhado com o campo visual e orientado para o condutor (há opção intermédia de um ecrã com 8,8” e na base da gama um rádio mais simples). Destaque ainda para a instrumentação digital opcional Virtual Cockpit com ecrã de 12,25”, luz ambiente personalizável e decorações em preto brilhante. O novo A1 tem 4029 mm de comprimento (mais 56 mm do que o anterior), 1740 mm de lar- gura (mais 34 mm), 1409 mm de altu- ra (menos 13 mm e menos 15 mm que Polo e Ibiza) e 2564 mm de distância entre eixos (mais 94 mm). Atrás é onde se nota que estamos perante uma nova
plataforma (a mesma MQB A0 do Ibiza e do Polo) que torna possível transpor- tar dois ocupantes sem problemas de altura e comprimento. O bom aprovei- tamento do espaço nota-se também na mala que passa a ter 335 litros de capa- cidade (mais 65 litros), tendo um fundo de altura ajustável e um acesso fácil e amplo. No novo A1 é possível optar por três tipos de suspensão, incluindo a versão de topo com afinação desporti- va, pinças de travão vermelhas e discos maiores. Esta configuração permite ter o sistema Drive Select com os modos auto, dynamic, efficiency e individual), som desportivo e amortecimento ajus- tável. Ficámos curiosos em perceber se o aspeto das versões base do novo A1 é tão marcante como estas S Line.
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