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AUDI A1


Enquanto ainda se assistia a uma mi- ríade de especulações, “renders” digi- tais e fotos espia a tomarem de assalto a imprensa especializada, tivemos a oportunidade de ver de perto a segun- da geração do Audi A1, com mais de um mês de antecedência da sua apre- sentação oficial em Barcelona. Acom- panhámos uma sessão fotográfica numa antiga oficina de manutenção de comboios, com 22 linhas, situada no complexo de Triebwerk, nos arredores de Munique. Entre a iluminação na- tural proveniente das janelas partidas e a artificial dos projetores, lá estava o novo A1 à nossa espera. No primei-


ro impacto revelou ter uma presença mais masculina face ao antecessor. Foi isso mesmo que confessámos ao desig- ner Fabian Weinert, um dos responsá- veis pelo exterior do novo modelo, que concordou de imediato mas acrescen- tou que as mulheres optam cada vez mais por carros de aspeto “agressivo” como os Mini ou Abarth. Junto a mo- delo amarelo com tejadilho preto, o designer realçou os aspetos fundamen- tais para esta “mudança de chip”: uma grelha mais larga, faróis de formato mais rasgado, entradas de ar proemi- nentes de formato angular e, acima de tudo, mais opções de personalização.


Não é ilusão de ótica, o capot do novo A1 está de facto mais baixo e os faróis têm um desenho peculiar e moderno, com luzes diurnas tripartidas. O obje- tivo é que o mais pequeno dos modelos da Audi seja o de aspeto mais despor- tivo. É normal que o leitor esteja a re- conhecer alguns elementos da frente do novo modelo olhando atentamente para a imagem, nomeadamente a mini grelha posicionada logo abaixo do ca- pot, que serve de elemento de ligação entre os faróis dianteiros. É um detalhe retirado do Sport quattro, a referência desportiva da Audi dos anos 1980. Para podermos perceber essa influência “in


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