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Grande Plano


eletrónica de comando da caixa para a tornar mais rápida e consistente nas suas ações. O botão RS Drive permite escolher qual o modo de condução mais adaptado a cada situação, seja ela da estrada, do trânsito ou do espírito, estando dis- poníveis o Comfort, o Neutro, o Sport, o Race e o Perso. Os dois últimos só podem ser selecionados no ecrã central do sistema R-Link, com o Race a desligar todas as ajudas a 100% e o Perso a deixar parametrizar os vários domínios da performance (direção, resposta motor, caixa, sonoridade, contro- los de tração e estabilidade) a gosto; existe ainda um botão ESP Off para se optar qual o programa de


ESP pretendido (On, Sport e Off) de forma indepen- dente do modo de condução selecionado. Para já seguimos em Comfort, o mais indicado para ver como se porta o Mégane RS quando (só) vamos levar os filhos à escola, tarefa bastante facilitada pela carroçaria de cinco portas desta geração; não há três portas no atual Mégane. E, de imediato, começo a gostar do Mégane RS. A carroçaria visivelmente alargada na zona dos eixos faz com que ainda antes de entrarmos no carro já estejamos “mortinhos” de vontade de o conduzir; não há aqui lugar a asas gigantes ou outros apêndices aerodinâmicos que nos levem a sonhar com voltas ao Nürburgring, mas a sensação de ocasião de que estamos perante um carro especial está bem pre- sente. De facto, o ar musculado das cavas das rodas acaba por dar a impressão que as jantes de 18” de série no chassis Sport são demasiado pequenas. Po- rém, se conseguir ultrapassar esse pequeno trauma estético, as vantagens em termos de conforto e de


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