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caminho que lhe dá um coeficiente aerodinâmico de 0,26, um valor que a Mercedes reclama ser o melhor na classe. O novo Audi A7 também está futurista no design. É inques- tionável o seu charme, mas é mais másculo e todas as melhorias aero- dinâmicas deixaram o coeficiente aerodinâmico nos 0,27, enquanto o aileron traseiro, que sobe aos 120 km/h e oferece uma força descen- dente de cerca 50 quilos à velocida- de máxima (250 km/h), é um exclu- sivo. Única é também a composição dos farolins do novo A7, compostos por 13 luzes de LED verticais que até possuem uma composição de efei- tos provocados por cada um desses LED quando abrimos ou fechamos o carro com o comando (e sempre que estiver de noite).
Está visto que por fora cada um consegue conquistar à sua manei- ra, mas no habitáculo continua a sedução. A qualidade de ambos é elevada, como seria de esperar, e a tecnologia toma conta do prota- gonismo. Ecrãs LCD compõem os painéis de instrumentos, relegando os tradicionais analógicos para o passado. Ao centro, e nos dois ca- sos, continuam enormes ecrãs (de 12,3 polegadas no Mercedes e de 10,1 e 8,6 polegadas no Audi) cheios de brilho, contraste e que oferecem ao habitáculo uma nova onda tec- nológica, deixando muitos outros modelos a anos-luz em termos de apresentação. O habitáculo impres- siona em qualquer dos dois pelo luxo e pela excelente apresentação, com materiais bem escolhidos e a tec-
nologia bem integrada, mas o char- me continua na oferta das cores da iluminação ambiente (64 cores no Mercedes e 30 no Audi). Escusado será dizer que, com os painéis de instrumentos digitais, seja no Audi ou no Mercedes, podemos configu- rá-los com a informação que dese- jarmos, inclusivamente “substituir” o painel de instrumentos pelo mapa da navegação com as devidas indi- cações.
A CONDUÇÃO
Esta terceira geração do Mercedes CLS está mais confortável que nun- ca. O sistema de suspensão pneu- mática Airmatic (2.350€ - incluído nesta unidade) assegura que a bor-
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