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Figura 13 - Dermorrafia pré-umbilical


Figura 10 - Retirada do conjunto de órgãos torácicos pela cavidade abdominal


animal, mantendo-se a estrutura corpó- rea o mais próximo possível do normal. O exame do encéfalo não deve ser excluído, principalmente em casos de suspeita de neuropatias. Para remover o encéfalo da caixa craniana, faz-se uma incisão na pele a partir da região frontal da cabeça, baseando-se no plano sagital mediano, até a primeira vértebra cervi- cal. Posteriormente, a musculatura tem- poral é rebatida, facilitando assim a re- moção da calota craniana (Figura 11). Os ossos frontais, parietais, tempo-


rais e a crista occiptal são osteotomiza- dos com o auxílio de uma serra ou ma- chadinha, martelo e escopro. É impor- tante ter cuidado para não danificar o encéfalo. Após a remoção da calota cra- niana, com o auxílio da tesoura cortam- se as meninges, expondo assim cérebro e cerebelo (Figura 12). Ainda com a uti- lização de tesouras, os nervos cranianos e o quiasma óptico são seccionados, para facilitar a remoção do encéfalo.


Figura 11 - Incisão e separação da pele da cabeça do animal para retirada do encéfalo


Figura 14 - Dermorrafia da região cefálica


Figura 12 - Remoção da calota craniana e exposição do encéfalo


Amedula espinhal, por sua vez, pode


ser retirada tanto por incisão na pele e na musculatura dorsalmente à sua locali- zação ou pelo acesso às vértebras, conse- guido na incisão abdominal previamente realizada. Os processos transversos devem ser osteotomizados (com auxílio, preferencialmente, de um costótomo), possibilitando a retirada do processo


espinhoso ou do corpo da vértebra (de- pendendo do local de acesso), permitindo assim a retirada da medula espinhal. Após a retirada dos órgãos cavitários


para análise, as incisões feitas no cadá- ver do animal devem ser suturadas, e as manchas de sangue e outros fluidos cor- póreos, limpos (Figura 13). Na região cefálica, a calota craniana


deve ser reposicionada em seu local ori- ginal e, na sequência, a pele que recobre a área deve ser suturada (Figura 14).


Clínica Veterinária, Ano XV, n. 87, julho/agosto, 2010


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Daniela Bernadete Rozza


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