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123. Somente uma estratégia mais ágil e de inclusão dos sindicatos e pela ITF nos permitirá representar verdadeiramente os milhões de trabalhadores em transportes em todo o mundo, e criar uma extraordinária poderosa Federação Sindical Internacional (Global).
124. De 2014-2018, a ITF terá de:
I. Responder à reestruturação da indústria
a.Desenvolver uma estratégia para ajudar os sindicatos a se adaptarem e a sobreviverem à reestruturação da indústria, incluindo programas de treinamento e de educação sobre a mudança de estruturas sindicais e sobre a sindicalização. Identificar os sindicatos para apoio ao longo dos próximos quatro anos. Fortalecer compartilhamento de informação, troca de estratégias e solidariedade entre sindicatos que frequentemente lutam ou que têm um passado de lutas – políticas neoliberais, tais como a privatização ferroviária12
.
b.Alvejar operadores globais e regionais, tanto no transporte de carga e de passageiros. E aprender com exemplos de compromissos anteriores bem-sucedidos com multinacionais. Identificar metas para 2014-2018. Estabelecer um número-alvo de diálogos globais.
c.Desenvolver uma estratégia para responder às mudanças geográficas que ocorrem no setor de transporte e operações e investimento, incluindo o fortalecimento da presença sindical, capacidade e ativismo nas economias onde as nossas indústrias estão crescendo mais rapidamente.
d.Desenvolver uma estratégia clara em relação à China, que abrange todos os setores da indústria, baseado no desenvolvimento de um compromisso com a Federação dos Sindicatos da China (All China Federation of Trade Unions). Isto inclui trabalhar com outras Federações Sindicais Internacionais (FSIs) e CSI (ITUC) de uma abordagem coordenada que proteger os direitos dos trabalhadores na China.
e.Desenvolver estratégias para lidar com automação e novas tecnologias, com o objetivo de assegurar o acordo alcançado com os sindicatos que estão envolvidos, que incluem a melhoria das condições dos(as) trabalhadores(as) com o aumento da rentabilidade de empresa que resulta de tais mudanças13
.
II. Criar locais de capacitação em regiões-chave a.Apoio aos sindicatos emergentes no mundo árabe e em outros lugares, com programas de treinamento e de
14 Submissão do sindicato The Maritime Union of Australia (MUA); moção retirada 15 Submissão do sindicato neo-zelandês Maritime Workers’ Union of New Zealand (MUNZ) e sindicato australiano Transport Workers’ Union (TWU); moção retirada 16 Submissão do sindicato Asociación Argentina de Aeronavegantes (AAA) da Argentina; moção retirada
3 Submissão do sindicato The Maritime Union of Australia (MUA); veja o Anexo 2; moção retirada
capacitação. Identificar países específicos, como o Egito ou a Líbia, que têm necessidades particularmente de caráter urgente, ou que ocupam uma posição estratégica nas redes de transportes globais.
b.Expandir nosso apoio existente às organizações sindicais na Cisjordânia para incluir um projeto para reconstruir o sindicato de transporte em Gaza, e apoiar os movimentos que unificam os sindicatos de transportes na Cisjordânia e em Gaza, e apoiar a reabertura de um aeroporto para Gaza.
c.Apoiar missões dos jovens trabalhadores em transportes em países específicos para aumentar a conscientização e fortalecer a solidariedade.
d.Continuar o apoio ao movimento sindical em Myanmar (Burma ou também chamada como Birmânia).
e.Desenvolver ou implementar estratégias sindicais regionais que envolvam e sejam rentáveis aos filiados e que construam habilidades, capacidades e influência nas regiões. Priorizar estratégia-chave de projetos sindicais em cada região14
. Promover e encorajar
alianças regionais e redes para apoiar projetos sindicais15
.
III.Sindicalizar em locais de trabalho que sofreram mudança
a.Desenvolver metodologias nas diferentes seções da ITF que apoiam os sindicatos a sindicalizarem as operações terceirizadas, incluindo ser capazes de selecionar os alvos principais.
b.Desenvolver estratégias que identificam novas empresas que entraram e que representam uma ameaça séria às estabelecidas normas de trabalho na indústria e que se recusam a aceitar padrões mais baixos. Avaliar campanhas bem sucedidas tais como o projeto LATAM na América Latina. Construir estratégias regionais e campanhas para sindicalizar trabalhadores(as) não sindicalizados(as), incluindo estratégias específicas para sindicalizar mulheres e jovens trabalhadores(as) em transportes16 alvo a Air Asia durante o período de 2014 a 2018.
. Ter como
c.Mapear os novos sistemas de trânsito, e identificar as prioridades nos locais de trabalho a serem alvos sindicalizados nos próximos quatro anos. A região Ásia- Pacífico vai priorizar este trabalho durante o período de 2014 a 2018.
d.Implementar um programa específico para treinar os sindicatos em Metodologias para sindicalizar os trabalhadores nas operações de transporte informais.
12 Submissão do sindicato Danish Railway Workers’ Union, Korean Railway Workers’ Union (KRWU), Norsk Lokomotivemannsforbound (Noruega), State Railway Workers’ Union of 1 Thailand (SRTU), Rail and Maritime Transport Union of New Zealand (RMTU) and Rail, Tram and Bus Union of Australia (RBTU)
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