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O serviço de alojamento Web é, pelas suas características, fortemente sujeito a ataques externos. Em 2012 implementou-se um sistema de pro- teção contra ataques Web mais habituais, utilizando-se para o efeito a ferramenta ModSecurity.


Deu-se continuidade à migração de serviços para a infraestrutura de vir- tualização. Esta atividade permitiu a redução do espaço ocupado pelos servidores nos centros de dados, assim como uma redução significativa do consumo energético a eles associados. Todos os novos serviços cria- dos em 2012 foram já implementados nesta infraestrutura de virtualiza- ção.


Para dar resposta a serviços comuns da Universidade e locais da Reitoria existem atualmente 112 servidores físicos e 141 servidores virtuais.


Quanto ao serviço Grid@UPorto, realizaram-se alterações significativas, tanto ao nível aplicacional (middleware) como ao nível da infraestrutura.


O middleware utilizado pela infraestrutura (gLite) tem vindo a ser supor- tado pelo projeto EGEE - Enabling Grids for e-Science. Este projeto deu origem à infraestrutura europeia de grid (EGI) cuja gestão tem por base as iniciativas de grid nacionais (NGI – National Grid Initiative). Por forma a refletir esta mudança e compatibilizar a grid da U.Porto com a nova infraestrutura europeia de computação grid foi necessário efetuar a mi- gração total dos serviços associados à infraestrutura.


Para além desta migração de serviços, existiu também uma alteração ao nível do middleware utilizado na infraestrutura de grid. O gLite deixará de ser suportado num futuro próximo, passando todo o middleware a estar integrado na UMD - Unified Middleware Distribution. Como tal, foi soli- citado a todos os centros de recursos (RC – Resource Centres) que efe- tuassem a migração para este novo middleware. O serviço Grid@UPorto cumpriu com estas diretivas dentro dos prazos estipulados.


Para além da reestruturação dos serviços e do middleware, também se reestruturou a infraestrutura de suporte a este serviço. A forte motivação para esta reformulação deve-se ao valor elevado de manutenção da in- fraestrutura existente, a ficar obsoleta. Decidiu-se então não renovar o suporte desta infraestrutura e investir na sua renovação, mantendo no entanto a antiga em funcionamento. Assim, tirando partido da infraes- trutura de virtualização, adquiriram-se dois blade servers e reforçou-se o espaço em disco. Desta forma operacionalizaram-se 100 novos nós de computação (virtuais), a adicionar aos 96 nós já existentes. A gestão das novas máquinas virtuais faz-se de forma centralizada utilizando o softwa- re OpenNebula.


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