Objetivo 5
Assegurar a gestão dos serviços e infraestruturas, promovendo a melho- ria e a visibilidade dos mesmos, e prestar apoio de consultadoria junto das UO.
RESULTADOS
• Todos os pedidos de apoio técnico foram concluídos com a resolução dos problemas em presença.
• Superou-se largamente a meta de 99,00% fixada para a disponibilidade de serviços nesta área.
• Realizaram-se duas ações de formação dirigidas aos contactos técni- cos das UO da U.Porto, uma no âmbito do protocolo IPV6 e outra em pla- taformas de monitorização e geração de estatísticas.
COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS
A infraestrutura técnica, à medida que cresce e evolui, exige mais investi- mento na manutenção do seu correto funcionamento. Por isso, o fomento da utilização de mecanismos alternativos ao apoio direto à resolução de problemas tem um impacto significativo na gestão dos recursos huma- nos que prestam este serviço. Neste sentido, tem vindo a analisar-se a eficácia da utilização de FAQ, da criação de conteúdos web dirigidos ao suporte técnico e da realização de ações de formação de caráter prático aos contactos técnicos nas UO. Procura-se assim, por um lado, dinamizar e incentivar boas práticas e fomentar a implementação de novos serviços nas redes locais e, por outro, minimizar a necessidade de intervenção direta, nas UO, de recursos humanos especializados nesta área.
Em 2012 contabilizaram-se mais de 300 horas de apoio local às UO e 70 horas de intervenção em regime de serviço permanente de manutenção e prevenção (24x7) nas infraestruturas consideradas críticas para o bom funcionamento da Universidade, resultantes de 140 notificações emitidas pelos serviços de monitorização automática implementados. O número registado no ano anterior foi de cerca de 100 notificações. É ainda de des- tacar, adicionalmente, o período de cerca de 1 mês em que foi necessário acompanhar localmente e de forma permanente a intervenção no centro de dados do Pólo 3, por se tratar de uma infraestrutura crítica, a ser alvo de uma intervenção profunda, sendo indispensável manter simultanea- mente em produção os recursos e serviços aí alojados.
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