This page contains a Flash digital edition of a book.
Esgrima
A esGrimA portuGuesA
Conforme o prometido
na anterior edição de “O
Praticante”, estivemos à
conversa com o Director
Técnico Nacional da
federação Portuguesa de
Esgrima, Prof. Miguel
Machado, a propósito
do que tem sido a
actividade desenvolvida
seguiu a proeza de se classificar para a vindo a subir, o que é um excelente in-
nos últimos anos por olimpíada de Pequim. Mais recentemen- dicador em primeira instância para os
te João Cordeiro, na arma de espada clubes, e para a própria Federação.
aquela Federação, o que masculina, obteve resultados de relevo Não restam quaisquer dúvidas que a
em competições internacionais, vitórias Federação Portuguesa de Esgrima tem
está a ser executado no em competições satélites e outras em de continuar a apostar nestes escalões,
competições de taça do mundo. em estágios e nas formas competitivas
momento, e projectos Estes resultados são fruto de um tra- ajustadas a este nível, porque só assim
balho de longos anos, e que reflecte é que poderemos garantir o surgimento
para o futuro. Assim, aqui investimentos que foram bem aplica- de melhores resultados a longo prazo e
dos. Contudo a alta-competição tem de maior competitividade.
vai o seu depoimento. de continuar a ser mais acompanhada
e com mais e melhores condições de Em termos das perspectivas futuras e
acompanhamento a quem está na dis- tendo em conta a mudança que a nova
posição de se empenhar na busca de legislação para as Federações des-
“A Federação Portuguesa de Esgrima excelência. portivas implica, há a necessidade de
ao longo dos últimos anos obteve resul- continuar a aposta na formação de qua-
tados positivos em diversos campos da A competição nacional tem vindo a dros técnicos com a actualização dos
modalidade. Desde a alta-competição, melhorar em termos competitivos nos conhecimentos e fundamentalmente na
passando pela competição nacional, escalões juniores e seniores com o aposta de criação de novos clubes em
competição juvenil, desenvolvimento aparecimento, quer de novos técnicos que são fundamentais as parcerias com
dos quadros técnicos, da arbitragem e como trabalho de técnicos anteriores e autarquias e instituições escolares para
sobretudo na organização. neste momento sobretudo no escalão que a esgrima “vá à escola” e possa es-
júnior, nas diferentes armas, esse au- tar mais acessível ao maior número de
Na alta-competição Portugal alcan- mento competitivo é mais evidente, de praticantes.
çou títulos como campeões da Europa qualquer forma muito trabalho ainda Em termos organizacionais a própria
seniores por equipas na arma de florete está por ser feito. instituição tem feito um grande esforço
masculino (João Gomes, Álvaro Montei- para regularizar mecanismos que há
ro, Hugo Miranda e Marco Gonçalves), No âmbito da competição juvenil é muito tempo deveriam estar consolida-
no ano 2000. João Gomes venceu vá- que o crescimento e o envolvimento dos mas que com grande perseverança
rias competições internacionais indivi- tem sido mais notório, pois graças a um têm sido conseguidos.
dualmente, do calendário internacional esforço da Federação Portuguesa de
oficial, que culminou em duas participa- Esgrima, no apoio a novas salas assim Não temos dúvidas que a Esgrima
ções em Jogos Olímpicos, em 2000 e como às já existentes, tem possibilitado Nacional ainda tem um longo caminho
2004. melhores condições para os clubes. Em a percorrer e que com o empenho na
Mais recentemente, em 2006, Joaquim termos técnicos os clubes têm usufruído persecução de objectivos comuns, e
Videira foi vice-campeão do mundo na de novos Treinadores, que na sua gran- com a união de todos os envolvidos po-
arma de espada e venceu Taça do Mun- de maioria foram ex atletas de alto nível, deremos crescer para uma modalidade
do de Sydney em 2007 do calendário tendo uma bagagem técnica evoluída e mais forte.”
oficial. E conseguiu o apuramento para dando mais garantias da formação de
os Jogos Olímpicos de 2008. No florete atletas mais capazes. Miguel Machado
feminino a atleta Débora Nogueira con- O número de novos praticantes tem Director Técnico Nacional
7 Junho 2009
Page 1  |  Page 2  |  Page 3  |  Page 4  |  Page 5  |  Page 6  |  Page 7  |  Page 8  |  Page 9  |  Page 10  |  Page 11  |  Page 12  |  Page 13  |  Page 14  |  Page 15  |  Page 16  |  Page 17  |  Page 18  |  Page 19  |  Page 20  |  Page 21  |  Page 22  |  Page 23  |  Page 24  |  Page 25  |  Page 26  |  Page 27  |  Page 28  |  Page 29  |  Page 30  |  Page 31  |  Page 32  |  Page 33  |  Page 34  |  Page 35  |  Page 36  |  Page 37  |  Page 38  |  Page 39  |  Page 40  |  Page 41  |  Page 42  |  Page 43  |  Page 44  |  Page 45  |  Page 46  |  Page 47  |  Page 48  |  Page 49  |  Page 50  |  Page 51  |  Page 52  |  Page 53  |  Page 54  |  Page 55  |  Page 56  |  Page 57  |  Page 58  |  Page 59  |  Page 60  |  Page 61  |  Page 62  |  Page 63  |  Page 64  |  Page 65  |  Page 66  |  Page 67  |  Page 68  |  Page 69  |  Page 70  |  Page 71  |  Page 72  |  Page 73  |  Page 74  |  Page 75  |  Page 76  |  Page 77  |  Page 78  |  Page 79  |  Page 80  |  Page 81  |  Page 82  |  Page 83  |  Page 84
Produced with Yudu - www.yudu.com