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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA


ações para comunidades de bai- xo poder aquisitivo?


Camillo: De fato, a lei fixou em 60% o per- centual a ser investido em ações para a população de baixo poder aquisitivo, am- pliando em 20% o valor mínimo de inves- timentos estabelecidos pela Agência Na- cional de Energia Elétrica (ANEEL). Além disso, criou uma condicionante que de- termina a aplicação desses recursos so- mente em clientes que possuam o be- nefício social do governo, ou seja, o NIS (Número de Identificação Social). Es- se é um desafio enorme para a Light. Dos 700 mil moradores de baixa renda, no Rio de Janeiro, somente 35 mil es- tão cadastrados com o benefício da ta- rifa social na empresa. Estamos tentan- do vencer essa barreira por meio de um convênio com a Prefeitura para prospec- tar nessas comunidades pessoas que atendam aos critérios do NIS. Elas po- dem ser beneficiadas com a tarifa social e, consequentemente, com as ações do Comunidade Eficiente. Já para atender


aos consumidores sem o NIS, estamos desenvolvendo o Projeto Residencial.


REE: Desde que foi criado, em 1999, o PEE já realizou 151 proje- tos, com um investimento total de R$ 273,1 milhões. Quais o senhor considera os maiores e mais im- portantes até o momento? Camillo: Além do Comunidade Efi- ciente, que é, sem dúvida, o maior de todos os projetos, o segundo mais relevante até o momento é o Cedae Guandu, com R$ 20 milhões investi- dos. Em seguida, vem o projeto da UFRJ, em que foram modernizadas todas as instalações de iluminação e ar condicionado nos campi do Fun- dão e da Praia Vermelha. Outro proje- to importante foi a reforma de todo o centro cirúrgico, iluminação e ar con- dicionado do Hospital Universitário Pedro Ernesto. Em fase de diagnósti- co, temos a Fiocruz, que também se- rá um projeto de grande importância.


Cada kW não desperdiçado é um kW que não precisa ser gerado. Por menor impacto que exista na geração da energia – como é o caso da Light, sempre se discutirá algum tipo de dano ambiental.


AGOSTO 2011 9 •


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