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nullnulle
Colesterolnull os nnullveis de nullnullnull nullcolesterol cnullcio contnullnnullo e nullrolonnulladonull com nullm ritmo null Anullmentando o número de nullassos nullor minull
nullnullomnullnull anullmentam e os nnullveis de nullnullnull nullconull leve a moderadonull sem nullnulle se nullaja nullrandes nnullto
lesterol nullmanullnullnull diminnullem. oscilaçnulles da nullrenullnullnullncia cardnullaca. Esta null Anullmentando a distnullncia entre os nullassos
nulltressnull a nullormona cortisol é linullertada nullrenullnullnullncia é dinullerente de individnullo nullara null Anullmentando tanto o comnullrimento como
nullnullando nullma nullessoa estnull stressada. nulla individnullo as nullassadas
nullrnulltica do enullercnullcio nullnullsiconull esta nullormona é nulls movimentos de trote e correr são
nullnulleimada dnullrante a corridanull o nullnulle diminnulli termos nullnullalitativosnull nullnulle se relacionam DIcAs nullARA nullnullM nullnullR
o stress. através da velocidade do movimento nullnulle cOMEçAR A cORRER
Coraçãonull a corrida ajnullda a nullortalecer e a realinullamos. Assimnull nullma das dinullerenças ennull
melnullorar a enullicinullncia do nullnullncionamento do tre elesnull dnullnullse em termos de necessidades nulla corridanull é mnullito imnullortante nullossnullirnull
coração. Pronullressivamentenull o atleta ternull a enernulléticas aernullnulliasnull relativamente nulls alnull mos nullma nulloa nullostnullra. Esta nullostnullra nullassa
canullacidade nullara nullomnullear mais sannullnulle teraçnulles do centro de nullravidade do cornullo nullelo alinnullamento do cornullonull colocandonullo
com menos esnullorço nullnullatimentos cardnullanull e no acelerar e desacelerar dos memnullros direitonull os cotovelos devem estar nulllectidos
cosnull. dnullrante a corrida. Para além distonull o movinull ao lado do cornullo. nulls nullraços realinullam monull
mento de trote e de corridanull dinullerencianullse vimentos contrnullrios das nullernasnull desta nullornull
nullnullANTO E cOMO através do nnullvel de anulltidão nullnullsico do nullratinull ma mantemos o enullnullilnullnullrio do cornullo.
DEvEMOs cORRERnull cante. A noção de trote nullode ser dinullerente Verinullinullnulle a snulla nullrenullnullnullncia cardnullaca e
nullara cada indivnulldnullonull denullendendo do nnullvel controlenulla dnullrante o treino. Vnull anullmentado
null treino inicianullse com caminnulladas leves de enernullia nullnulle cada nullessoa disnullensa a intensidade e ritmo de treino dia anullnulls
e de intensidade moderadanull null medida nullnulle nullara a realinullação deste movimento. dianull resnulleitando o nulllano de treino. Anullnulls o
vamos treinando renullnulllarmentenull esta intennull Enullistem alnullnullns nullactores nullnulle nullodem denull treinonull dnull nullma volta mais calmanull anullronullimanull
sidade irnull anullmentarnull elevando o ritmo das terminar o nullasto enernullético da actividadenull damente null minnulltos. Anullnulls esta voltanull nullaça
nullassadasnull até nullnulle iniciaremos a corrida anullmentando onull diminnullindo este nullasto tanto alonnullamentosnullrelanullamento dos múscnulllos.
sem nullarar dnullrante alnullnullns minnulltos. na caminnullada onull na corridanull como na velonull Estes alonnullamentos devem ser enullecnulltanull
Esta nullorma de iniciar nullm treino tem como cidade do enullercnullcio. A velocidade na corrinull dosnull nullor enullercnullcionull no mnullnullimo em null senullnullnnull
onulljectivo nullnulleimar nullordnullra através do enullernull da nullode ser anullmentada de trnulls nullormasnull dos.
Junho 2009 84
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