quinta-feira 24horas 02/05/09 áfrica 05
ESTÁDIOS DO CAN 2010 VÃO CUSTAR 600 MILHÕES DE DÓLARES
Campeonato Africano das
Nações com quatro estádios
Estádios já estão
nente, foi esta semana di- em 1975.
vulgado por António A anteceder o arranque da
em fase de
Mangueira, director execu- 37ª edição do CAN, o Está-
tivo do Comité Organizador dio de Luanda poderá ser
construção,
da CAN (COCAN). Os qua- estreado com a realização da
tro estádios já se encontram final da Taça de Angola ou,
estando prevista
em fase de construção, es- em alternativa, com uma par-
tando prevista a sua con- tida entre a selecção na-
a sua conclusão
clusão para Novembro ou cional, os “Palancas Negras”,
Dezembro deste ano. e um adversário ainda por
para Novembro
O director executivo do definir.
COCAN informou ainda que O Estádio de Luanda, que
ou Dezembro
a garantia e a manutenção já tem cerca de 50 por cento
das infra-estruturas desporti- da estrutura montada e onde
deste ano
vas estará a cargo da empresa trabalham mais de oito cen-
chinesa Shangai Urban tenas de operários, cerca de
O
s quatro estádios que Construction Group Corpo- 250 de nacionalidade an-
vão albergar o Campe- ration (SUCGC). golana e os restantes chine-
onato Africano das Nações O mais importante dos ses, vai ter uma cobertura
(CAN), que se realiza em An- quatro estádios, o de Luanda, estilizada dos chifres da
gola no mês de Janeiro de em construção no município Palanca Negra, o antílope
2010, vão custar ao Estado do Kilamba Kiaxi, ainda se- raro que serve de símbolo à
600 milhões de dólares. gundo Mangueira, será inau-
O Estádio de Luanda poderá ser estreado com a realização da final da Taça de
equipa nacional.
O montante do investi- gurado a 11 de Novembro,
Angola ou, em alternativa, com uma partida entre a selecção nacional, os
O equipamento desportivo
mento, no âmbito da maior que é a data da independên-
"Palancas Negras", e um adversário ainda por definir
terá capacidade para 50 mil
prova desportiva do conti- cia de Angola, concretizada espectadores. square6
PORTUGUÊS DETIDO EM MOÇAMBIQUE É ACUSADO DE DESOBEDECER A EXPULSÃO E FALSIFICAR DOCUMENTOS
Preso em época de férias
U
m cidadão português Portugal naquela cidade, José borador para a área de mar- acordo com o cônsul de Por- tidade. O facto de não co- por Machipanda, fronteira de
que residia há quase 50 Rosa. Só que Janeiro e keting e imagem do presi- tugal na Beira. “Não é uma nhecer ninguém em Portugal, Moçambique com o Zim-
anos na Beira (centro de Fevereiro são meses de férias dente da câmara da Beira, pessoa que seja ignorada de ter a vida organizada em babué, onde obteve um novo
Moçambique) foi detido pela judiciais, pelo que só em eleito em 2003 pela RE- aqui, nem um português que Moçambique e de a mulher visto com a duração de um
polícia moçambicana naquela Março o julgamento terá iní- NAMO, e trabalhava activa- tenha acabado de chegar. Ele estar grávida levaram o mês.
cidade e acusado de falsifi- cio. mente na preparação da esteve aqui dezenas de anos cidadão português a regressar Duas semanas depois, no
cação de documentos de Em finais de Agosto do campanha. sem documentação”, acres- a Moçambique, onde entrou entanto, a Direcção Provin-
identidade e desobediência a ano passado, Alexandre O colaborador de Daviz centou José Rosa. pela fronteira de Ressano cial de Migração foi “buscá-lo
uma ordem de expulsão. Júnior recebeu uma ordem de Simango, que residia na Beira Alexandre Júnior, que tem Garcia, na fronteira com a a casa”. “Em princípio era
Alexandre Júnior, de 55 expulsão de Moçambique por “desde os seis ou sete anos” dois filhos de um anterior África do Sul. para o expulsar novamente,
anos, está detido na cadeia de 10 anos, emitida pelo Mi- (nasceu em Angola antes da casamento e voltou a ser pai Depois de se reinstalar na mas depois soube-se que
Savane, onde aguarda a con- nistério do Interior, que o independência, mas foi viver há cerca de um mês, já de- Beira e ainda com a ordem de havia um processo contra ele
clusão do processo judicial acusou de estar no país sem ainda criança para Moçam- tido, foi então expulso para expulsão em vigor, Alexandre por falsificação de nacionali-
que lhe foi instaurado, disse à ter “a documentação em dia”. bique), "nunca tratou de do- Portugal, onde tentou obter Júnior viria a sair e entrar no- dade”, explicou o diplo-
Agência Lusa o cônsul de O português era então cola- cumento nenhum”, de passaporte e bilhete de iden- vamente do país, desta vez mata. square6
Page 1 |
Page 2 |
Page 3 |
Page 4 |
Page 5 |
Page 6 |
Page 7 |
Page 8 |
Page 9 |
Page 10 |
Page 11 |
Page 12 |
Page 13 |
Page 14 |
Page 15 |
Page 16 |
Page 17 |
Page 18 |
Page 19 |
Page 20 |
Page 21 |
Page 22 |
Page 23 |
Page 24 |
Page 25 |
Page 26 |
Page 27 |
Page 28 |
Page 29 |
Page 30 |
Page 31 |
Page 32