go, emitiram ontem, em direc-
ALCOCHETE
to de Guimarães, um progra-
Mitos e Monstros
ma nos dois países sobre a
no Freeport
Conferência Transfronteiriça
O Freeport inaugura sábado
de Segunda Geração. Foi a pri-
a exposição “Mitos e Mons-
de Seia, “está suspensa” des-
meira vez que duas rádios fi-
comprometer a sua activida-
tros”, que pretende “mostrar a
de meados de Dezembro, por
FIGUEIRA DA FOZ zeram uma emissão simultâ-
de, atendendo ao elevado pre-
verdade” por detrás dos mitos
falta de verbas, disse à Lusa o
Podas preocupam
nea entre Portugal e Espanha.
ço que pagam pelo transporte
do imaginário. “O cíclope era
presidente da direcção. Se-
dos animais para outras cida-
um elefante, o unicórnio um
vereadores do PS
gundo António Conde, “na
des. A sociedade que ficará
MARVÃO
tipo de rinoceronte e o terrível
base da suspensão das obras
Os vereadores da oposição
responsável pelo matadouro
monstro marinho das lendas
está o enorme aumento dos
socialista na autarquia exigi-
Castanha em
foi constituída em Junho de
nórdicas era uma lula gigante.
custos da empreitada, resul-
ram ontem a elaboração um
2007 e, nesse dia, os accio-
discussão
Estas e outras conclusões são
tantes da nova estrutura que
diagnóstico sobre o estado
nistas estimaram que come-
A Casa do Povo de Porto Es-
a mais recente proposta do
foi necessário implementar
das árvores da cidade, apon-
çasse a funcionar daí a um
pada (Marvão) acolhe sábado
Centro de Exposições do Free-
por causa da geologia do ter-
tando a existência de espécies
ano. “Ficámos contentes por
um colóquio subordinado ao
port, que, através de robôs
reno e de outros erros e omis- norte. “Tivemos de retirar três
secas e em risco de cair e po-
ter aparecido um projecto mas
tema “O Castanheiro e a Casta-
animados, pretende desven-
sões do projecto”. A associa- quadros, mas repusemos dois
das deficientes. “Qualquer
nunca mais começam as
nha de Marvão”. A iniciativa, a
dar a verdade das criaturas
ção necessita de 400 mil euros posteriormente numa área
presidente da Câmara julga
obras “, disse à Lusa Maria
cargo da Cooperativa Agrícola
mitológicas”, refere o Free-
para concluir a obra. afastada da infiltração”, expli-
que percebe de podas e não
Lassalete Dias, pequena cria-
de Porto Espada, pretende
port. O visitante verá ainda um
cou.
percebe. Alguns perceberão
dora de ovelhas e vacas.
abordar vários pontos que
Dragão, a Quimera, a Fénix,
mas a maior parte deles não
marcam a vida dos castanhei-
PORTO
um Extraterrestre e o Abomi-
tem formação nessa área e,
Soares dos Reis
roseasuaprodução. O coló-
PEDRÓGÃO GRANDE
nável Homem das Neves.
por vezes, respeitam pouco a
meteu água
Casa da Cultura
opinião dos próprios técnicos,
quio servirá também para en-
contrar um projecto para o re-
O mau tempo dos últimos
vai avançar
da prata da própria casa”, fri-
sou à Lusa Serafim Riem, es-
povoamento de castanheiros
dias provocou prejuízos no A autarquia de Pedrógão
pecialista em arboricultura.
naquele concelho alentejano.
edifício do Museu Nacional de Grande vai construir a primei-
Soares dos Reis, mas não cau- ra sala de espectáculos do
sou danos ao património artís- concelho, obra possível com o
VISEU
tico, disse ontem à Lusa a di- financiamento do Quadro de
rectora da instituição. Maria Referência Estratégico Nacio-
Criadores de gado
AÇORES
João Vasconcelos referiu que nal (QREN). A obra, denomina-
pedem matadouro
BRAGA
Governo incentiva
as chuvas e o vento forte pro- da Casa da Cultura/Cine-Tea- Criadores de gado queixa-
Rádio em directo
apoio a empresas
vocaram danos na cobertura tro, no valor de 1,2 milhões de ram-se ontem do atraso na
para dois países
do edifício, originando uma in- euros, tem uma comparticipa- construção do matadouro re- A Rádio Clube do Minho, de
O Governo açoriano assinou filtração de água na parede
ção de 50 por cento do QREN. gional de Viseu, que está a Braga, e a Cadena Ser, de Vi-
COIMBRA
ontem protocolos com nove
bancos destinados à criação
Académica
de duas linhas de crédito para
ajuda sem-abrigo
ajudar as empresas a ultra- A Associação Académica de
passarem a crise no mercado Coimbra (AAC) vai recolher ali-
financeiro internacional. Uma mentos, roupas e cobertores
dessas linhas de crédito, de na sua sede e núcleos de estu-
40 milhões de euros, destina- dantes para distribuir durante
se ao reforço do fundo de ma- o ano pelos sem-abrigo da ci-
neio ou dos capitais perma- dade, disse ontem o presiden-
nentes das empresas. te Jorge Serrote. O projecto
“Refeição (de)vida” tem como
bandeira a “promoção da
ESTREMOZ
igualdade e entreajuda” para
Feira de saldos com os mais necessitados,
no fim-de-semana
que “faz parte da matriz ideo-
O município de Estremoz vai
lógica da academia”.
promover no fim-de-semana
uma feira de “Saldos de
Stocks”, como forma de con-
Fábricacompradaporoperáriaresisteàcrise
tribuir para atenuar as dificul-
dades no comércio do conce-
lho, disse ontem o presidente A
fábrica de confecções de Arcos de Valdevez que uma trabalhadora comprou há quatro anos
por um euro, após uma tentativa frustrada de deslocalização, resiste à crise internacional e até
da autarquia, José Alberto Fa- já aumentou o número de operárias. Conceição Pinhão, a trabalhadora que liderou a luta contra a
teixa. “Este certame pretende deslocalização e conseguiu convencer os patrões alemães a venderem-lhe a fábrica por aquele pre-
ser um modo de apoiar os co- ço simbólico, refere que o segredo está no trabalho e na qualidade.
merciantes locais num mo- A operária admitiu à Lusa que, neste cenário de crise, o futuro “é sempre incerto”. Mas acres-
mento de dificuldades”, real- centou que a fábrica que dirige desde 2005 não se pode queixar, porque encomendas “não têm fal-
çou. A feira inclui a venda de tado”. “O ano passado é que foi um bocadinho pior, mas neste início de 2009 até estamos bastan-
produtos de todos os géneros, te bem”, disse. A fábrica conta actualmente com 99 trabalhadores, mais dez do que na altura da
desde sapatos a pronto-a- tentativa de deslocalização e da compra simbólica.
vestir, passando pela informá- A Afonso – Produção de Vestuário funciona há 19 anos na Zona Industrial de Paçô, em Arcos
tica e electrónica, decoração e de Valdevez, sendo a sua gestão assegurada por Conceição Pinhão desde 29 de Novembro de 2004,
utilidades, até à venda de ca- dia em que os patrões, dois empresários alemães, “desapareceram” depois de uma alegada tentati-
sas em saldo e enchidos. va frustrada de deslocalização.
“Nesse dia, e já fora do horário laboral, eles tentaram retirar do interior da fábrica tecidos e má-
quinas para levar tudo para a República Checa, deixando-nos de mãos a abanar, o que só não con-
SEIA
seguiram devido à pronta oposição dos trabalhadores”, recordou Conceição Pinhão. A partir desse
Não há dinheiro dia, e para evitar “uma qualquer surpresa desagradável”, os trabalhadores revezaram-se durante lon-
para novo quartel
gos meses em vigílias nocturnas nas instalações da empresa, para que nada de lá fosse retirado.
A construção do novo quar-
A “Afonso” continuou a funcionar numa insólita situação de “sem dono”, até que Conceição Pi-
tel dos Bombeiros Voluntários
nhão conseguiu convencer os empresários alemães a venderem-lhe a fábrica por um euro, num ne-
Conceição Pinhão salvou a fábrica
de Loriga (BVL), no concelho
gócio oficializado em Janeiro de 2005.
onde trabalhava e até fez crescer o negócio
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