ATLANTIS
UM NOME COM HISTÓRIA
As primeiras peças de cristal Atlantis nasceram na vila de Alcobaça, em 1972, numa fábrica da Atlantis que, prosseguindo a velha arte portuguesa do traba- lho no vidro, se distingue na produção de um dos melhores cristais, de fabrico manual, em todo o mundo.
A fábrica de Alcobaça, que desde 1944 se dedicava à produção de lustres e vidro doméstico, foi adaptada, no início da década de 70, para a produção de cristal. Todas as etapas de produção continuam, no entanto, a ser desen- volvidas manualmente, preservando o saber milenar dos artesãos recorrendo, ainda, ao molde e à cana de sopro.
OS ELEMENTOS QUE COMPÕEM UMA ARTE
Areia, óxido de chumbo, soda, potassa e bórax, entre outros, e ainda… engenho humano, com grande capacidade artística. Desta mistura explosiva nasce o cris- tal Atlantis na sua forma mais pura, - cristal superior – distinguindo-se dos ou- tros pela sua maior ressonância, brilho, transparência, luminosidade, maior peso e pela sua enorme capacidade de resistência química. Este conjunto de elementos faz com que o cristal Atlantis seja conhecido internacionalmente como um dos melhores do mundo.
TECNOLOGIA, QUALIDADE E DESIGN SÃO APOSTAS CHAVE
Aposta nas mais modernas tecnologias e a aquisição de um forno, cujas caracte- rísticas o coloca entre poucos no mundo, garantem a elevada capacidade de produção e as condições de pureza indispensáveis para proteger o cristal fundido da contaminação do exterior.
O processo de controlo de qualidade é outro dos aspectos relevantes para asse- gurar a perfeição dos cristais Atlantis e implica a rejeição de milhares de peças, muitas das quais com defeitos tão pequenos que são apenas detectados pelos olhos experimentados dos artífices. Por outro lado, ao investir prioritariamente no design, a Atlantis, na perspectiva de acompanhar as tendências, tem, nos últimos anos, desenvolvido peças de carácter, marcadamente contemporâneo, através da criatividade e talento dos mais prestigiados designers portugueses e estrangeiros.
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