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MARKETING E NEGÓCIOS ALESSANDRO SAADE


Baterista, administrador de empresas, pós-graduado em Marketing pela ESPM, mestre em Comunicação e Mercados pela Cásper Líbero e especialista em Empreendedorismo pela


Babson School. Professor no Master de Empreendedorismo e Novos Negócios da BSP, é autor e colaborador em diversos livros. Site: www.empreendedorescompulsivos.com.br


Você sabe a hora de parar?


POR QUE ALGUNS EMPREENDEDORES CONTINUAM INSISTINDO E PERDENDO DINHEIRO COM ALGUMAS IDEIAS?


É


curioso como muitos empre- endedores simplesmente fi cam inebriados com suas criações!


O fato é que ideias maravilhosas, mes- mo em mercados promissores, nem sempre dão certo. E o mais curioso é que é algo recor-


rente, independentemente da época ou do país. Aquela sacada para ganhar dinheiro com a Copa do Mundo de Fu- tebol, a grande ideia para aumentar as vendas durante aquele grande festival de música, ou mesmo a nova modalidade de venda ou de atendimento que você criou para se diferenciar da concorrência. Mudança, inovação, coragem sem-


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pre estiveram presentes no DNA do empreendedor, do empresário arrojado. O risco é que o excesso de coragem, de arroubo, de confi ança, o torne míope e prejudique a correta avaliação do resul- tado da estratégia recém-implementada. Tão importante quanto saber criar e


ter a coragem de tentar é saber perceber que é hora de mudar de rumo, ajustar a estratégia ou até desistir e parar. Mesmo tendo muita certeza de que vai dar certo! É aquele momento em que o empresário fi ca se perguntando: “E se eu tentasse só por mais três meses? E se logo depois que eu parar, alguém começar e der certo? E se eu investir só mais um pouquinho?”...


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O valor da obstinação Pois este pouquinho pode lhe obrigar a vender o carro para pagar as contas da sua teimosia. Pode custar um ano de lucro. Pode até mesmo lhe tomar a casa onde mora! Assustador? Pois a realidade é exatamente esta. Ainda mais quando estamos falando de em- presas de médio e de pequeno porte. Não pense que estou aqui para


desmotivá-lo ou desestimulá-lo quan- to à criação e à mudança. Ao contrá- rio! Acredito fortemente: a mudança é o que mantém as empresas vivas, o mercado aquecido e os clientes e em- presários felizes.


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