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nário. É o momento certo de trazer as duas coisas, dando importância para o nosso luthier, Marcio Zaganin, e para a fábrica. É uma identidade da Tagima que também vamos ter com os amplifi - cadores”, conta o CEO da Tagima.


De volta à distribuição Um das mais tradicionais marcas de captadores do mundo, a Fishmann ago- ra será comandada e gerida no Brasil pela Marutec. O trabalho já foi iniciado e a empresa irá distribuir a linha comple- ta dos produtos da marca, que também fabrica preamps, pedais e outros aces- sórios. “É um nicho de mercado, mas é um produto de excelente qualidade, mundialmente conhecido, e tem a ver com os produtos que vendemos. Acredito que possamos fazer um trabalho tranquilo”, diz Nakamura. Ao ser perguntado sobre


Ney Nakamura (CEO) e Marco Vignoli (gerente comercial) Otimistas demais? Sim e A gente não tem artimanhas, rolinhos,


a experiência de distribuição com a Bose, Vignoli explica: “Se há algo que podemos re- ver é saber que precisamos trabalhar no mercado em que somos bons, aquele que nós conhecemos”. Nakamura acrescenta: “A maturação de vendas para produtos da Bose é completamente diferente; o time é diferente”. E tempo é algo que a Fish- mann dará. “Essa questão foi muito con- versada com o pessoal da Fishmann. E as coisas precisam de tempo. O sucesso da Tagima está no tempo também. São 18 anos de trabalho”, destaca Ney. Além de a relação entre Marutec e


não temos nada disso, somos comerciantes,


fabricantes. Compramos, vendemos, recebemos


no antigo distribuidor. “Eram preços completamente fora de mercado e da realidade. E não tinha impostos. Agora que a coisa será feita de maneira séria e correta, o mercado vai sentir uma diferença no preço. Mas é questão de tempo e o preço vai se adequando, por- que as pessoas sabem que o produto é excelente”, explica Vignoli.


Fishmann ser próxima (eram parcei- ros há muitos anos), ambas sabem que o produto é de nível superior e deve ser trabalhado assim, “não se refere a itens com os quais você entra no mer- cado e fi ca derramando o produto”, como disse o CEO da Tagima. Os executivos avisam que com a


Fishmann os valores serão reajustados em relação aos que eram praticados


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Índices: acima e avante A Marutec tem crescido em torno de 10% ao ano. Eles traçam metas distin- tas para cada marca e a expectativa é de que a Nagano, por exemplo, aumen- te seus números em 20%. “Para ampli- fi cadores, a mesma coisa. Mas a ideia é crescer uns 200%, estamos saindo do zero. No caso da Tagima, é em torno de 10%”, conta Marco.


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não. O negócio da Marutec é fazer o mercado girar. É trilhar os próprios caminhos em vez de esperar circunstâncias que a carreguem. “Não é nada fá- cil. A gente sente a difi culdade do mercado, mas não tem jei- to, tem de partir para a ação. É preciso desenvolver o setor, por isso no ano passado o ôni- bus rodou bastante; fi zemos


mais de 50 workshops só da Nagano. Se não trabalhar o mercado, você não tem frutos para colher”, afi rma Ney. Marco acrescenta: “Acho que o que mais preo- cupa é a margem, e isso não tem de ser uma preocupação só da Marutec ou dos fornecedores, precisa ser do lojista tam- bém. De ter um negócio que realmente consiga trazer lucratividade”. Como disse um dos primeiros pre-


sidentes dos Estados Unidos, T omas Jeff erson (1743-1826): “Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho”. n


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