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dutos mais baratos disponíveis. Nesse quesito, Nakamura foi enfático: “Não é o amplifi cador mais barato do mercado e não será, assim como a Nagano não foi a bateria mais barata do mercado — e nunca será. Para os amplifi cadores a ideia não é concorrer com produtos muito baratos — porque aí não se leva a uma construção de marca, somente à construção de preço”. Atrás da ideia de fazer um OEM no


Brasil existe ainda uma ‘sacada’ de Ney Nakamura, que não descarta uma pro- dução internacional, mas deixa clara a sua visão estratégica, de quem conhece a dinâmica de um mercado dependen- te de oscilações cambiais: “O que ocor- re com as grandes marcas internacio- nais? Elas mantêm uma produção em seus países de origem e também produ- ção internacional. Fabrica-se onde se têm melhores condições”.


CNC para instrumentos musicais E a produção brasileira das marcas promete ser maior, inclusive, nos instrumentos de corda. Já estão sen- do realizados os primeiros testes de fabricação com a CNC, sigla para Computer Numeric Control, algo como Controle Numérico Personalizado, máquina de usinagem de precisão que promete triplicar a produção — alguns falam em quadruplicação. Nela serão feitos os modelos sig-


nature e premium, mais os instru- mentos Tagima Brasil, além de esta- rem sendo previstas novas criações e lançamentos, que pretendem dobrar o número de modelos. Além da CNC, mais 36 máquinas


novas já estão montadas na fábrica, em São Bernardo do Campo, SP. “Estamos investindo muito na parte do Brasil. Importei o maquinário com o dólar a R$ 1,65; já pagamos. Paguei faz tempo. Então é ótimo trazer produto e maqui-


Apesar de todo o indicativo de ser um ano conturbado, com algumas turbulências, nós não iremos fi car esperando o que vai acontecer, iremos atrás do resultado


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