This page contains a Flash digital edition of a book.
Saúde


Pilates no combate às doenças reumáticas


Dor nas costas, nos ombros, tensão, stress, má postura, passar grande parte do dia sentado ou em pé, executar algumas tarefas que nos induzem os padrões erróneos de movimento, podem desestruturar o nosso corpo de tal maneira que algumas partes de nosso organismo perdem as suas funções normais dando origem a patologias, que em alguns casos podem impedir a realização de actividades quotidianas ou recreativas.


Força e Extensão D


evido à perda de capacidade fun- cional de algumas articulações existem pessoas que não conse- guem executar simples movimentos como sentar, levantar, pentear os cabelos, pe- gar objectos em locais altos, dar colo a seus filhos, ou até são obrigadas a deixar de praticar seus desportos preferidos. A perda de capacidade funcional na maio- ria das vezes é decorrente de hérnias discais, lesões mal tratadas, síndromes nos ombros, joelhos, tornozelos e quadril, entre outras.


O método pilates não é uma solução mi-


lagrosa para esses problemas, mas pode auxiliar com muita eficácia, revertendo, melhorando ou atenuando os problemas anteriormente citados. Através da reorga- nização corporal, que com o passar do tempo permite que as pessoas voltem a executar as tarefas e funções deixadas de lado devido às patologias mencionadas. Neste método realiza-se um trabalho global para o corpo, o qual permite o exercício da musculatura do tronco, bra- ços, pernas, coluna, ombros, quadril em


Swimming com 4 apoios


diversas posições: deitado, em pé, senta- do, ajoelhado, entre outras. Os exercícios de pilates são compostos por movimentos articulares e respiratórios ritmados, que trabalham a musculatura profunda, (esta muitas vezes não é recrutada em outros métodos de treino). Como resultados têm- -se uma melhora considerável na postura, diminuição do stress melhora na circula- ção sanguínea e oxigenação dos tecidos, assim como a flexibilidade, a coordena- ção motora e a consciência corporal. A ênfase no trabalho da musculatura abdominal, (denominada power house), auxilia na respiração e é utilizada para estabilizar o corpo, sendo importante no trabalho de mobilidade articular, principal- mente da coluna vertebral. Os exercícios realizados nas aulas de Pilates conseguem trabalhar efectivamen- te a musculatura mais profunda, (aquela que está directamente em contacto com as estruturas ósseas), melhorando signi- ficativamente o equilíbrio muscular, o re- alinhamento da postura, a concentração, a respiração, o alongamento axial, a in-


Swimming com 4 apoios


tegração da cintura escapular e pélvica com o tronco e a descarga de peso nos membros inferiores e superiores. Todas as melhoras acima descritas possibilitam a reorganização corporal que resulta na reeducação dos movimentos. Através desta, as pessoas possuidoras de patologias têm obtido benefícios, pois os exercícios do método preservam a in- tegridade das articulações e o pratican- te aprende a utilizar seu corpo de forma adequada evitando lesões. O indivíduo praticante de Pilates consegue realizar seus movimentos com maior eficiência, qualidade e menor dispêndio de energia. Os resultados obtidos com o método me- lhoram a auto-estima e estimulam também a energia vital circulante.


“A bioenergética diz que onde há movi- mento a energia flui e há vida! Então con- vido todos a se exercitar e a constatar que depois de você praticar Pilates seu corpo e sua mente jamais serão os mesmos.”


Texto: Trevo Fotos: David Mendes Silva


Teaser


Prancha 45º a 90º 85 Setembro 2011


Open Leg Rocker


Page 1  |  Page 2  |  Page 3  |  Page 4  |  Page 5  |  Page 6  |  Page 7  |  Page 8  |  Page 9  |  Page 10  |  Page 11  |  Page 12  |  Page 13  |  Page 14  |  Page 15  |  Page 16  |  Page 17  |  Page 18  |  Page 19  |  Page 20  |  Page 21  |  Page 22  |  Page 23  |  Page 24  |  Page 25  |  Page 26  |  Page 27  |  Page 28  |  Page 29  |  Page 30  |  Page 31  |  Page 32  |  Page 33  |  Page 34  |  Page 35  |  Page 36  |  Page 37  |  Page 38  |  Page 39  |  Page 40  |  Page 41  |  Page 42  |  Page 43  |  Page 44  |  Page 45  |  Page 46  |  Page 47  |  Page 48  |  Page 49  |  Page 50  |  Page 51  |  Page 52  |  Page 53  |  Page 54  |  Page 55  |  Page 56  |  Page 57  |  Page 58  |  Page 59  |  Page 60  |  Page 61  |  Page 62  |  Page 63  |  Page 64  |  Page 65  |  Page 66  |  Page 67  |  Page 68  |  Page 69  |  Page 70  |  Page 71  |  Page 72  |  Page 73  |  Page 74  |  Page 75  |  Page 76  |  Page 77  |  Page 78  |  Page 79  |  Page 80  |  Page 81  |  Page 82  |  Page 83  |  Page 84  |  Page 85  |  Page 86  |  Page 87  |  Page 88  |  Page 89  |  Page 90  |  Page 91  |  Page 92  |  Page 93  |  Page 94  |  Page 95  |  Page 96  |  Page 97  |  Page 98  |  Page 99  |  Page 100