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Orientação


testemunho, a um minuto e meio da li- derança. No segundo percurso, Paulo Palhinha esteve infeliz e fez Portugal cair uma dezena de lugares na classifi- cação, ainda que a pouco mais de cin- co minutos do top10. Quanto a Davide Machado, foi dele a responsabilidade de assegurar o derradeiro percurso e o seu desempenho foi suficientemente seguro e consistente para fazer Portugal chegar à 10ª posição, a escassos sete segundos do 9º lugar. Portugal repete assim a classificação de 2005 (Banska Bystrica, Eslováquia) e fica a um es- casso lugar do seu melhor registo, que vem dos Mundiais de Montalegre, no ano transacto. Quanto à segunda equi- pa portuguesa, com Daniel Marques e os júniores Tiago Silva e Cristiano Silva, concluiu num honroso 22º lugar.


DAVIDE MACHADO REGRESSA AO PÓDIO


Sossano foi o palco escolhido para a derradeira prova dos Campeonatos do Mundo de Orientação em BTT. Disputa- da em ambiente de enorme festa e ani- mação, a final de Sprint reuniu um total de 228 pretendentes aos títulos Mun- diais de Elite e de Juniores. No escalão maior e no que ao sector masculino diz


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respeito, Davide Machado voltou a fazer história, terminando a sua prova no 6º lugar e garantindo assim o acesso ao pódio pela segunda vez nestes Mun- diais. O segundo melhor português foi, desta feita, Daniel Marques, enquanto Carlos Simões e Paulo Palhinha terão acusado uma certa inexperiência nes- tas andanças da alta roda velocipédica mundial, feita de mapas e de bússolas, acabando por serem desclassificados. Numa análise crua aos resultados,


o Director Técnico Nacional, António Aires, é de opinião que “estes podem ser avaliados de duas perspectivas di- ferentes, ambas positivas: por um lado os fantásticos resultados de Davide Ma- chado na Longa e no Sprint, colocando- -o entre os melhores do Mundo, e por outro o nível global dos resultados que foi acima da média, o que é um refle- xo da evolução do nível competitivo da Orientação em BTT em Portugal.” Referindo-se ao grupo de trabalho, no seu todo, aquele dirigente assevera que “este foi um grupo que trabalhou muito bem em equipa, vivendo-se experiên- cias e criando-se laços muito importan- tes para o futuro. Foi muito agradável ver os atletas a sofrer não só pelos seus resultados como pelos dos outros. Isto


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Setembro 2011 74


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