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Orientação


de Final, em Marostica. Os ponteiros marcavam as 10h51 em Portugal quan- do o nosso atleta se lançou em prova. Chegaria ao final pouco mais de duas horas depois, um fantástico 5º lugar em carteira, a menos de minuto e meio dos degraus do pódio. Durante o percurso, como o próprio viria a confessar, foi “dar o máximo do princípio ao fim”. As pe- quenas hesitações e uma ou outra má opção “fazem parte do jogo”, mas Davi- de Machado esteve pura e simplesmen- te brilhante, melhorando o seu 7º lugar da final de Distância Longa dos Mun- diais de Montalegre, no ano transacto, e estabelecendo o melhor resultado de sempre dum atleta português no mais importante certame internacional de Orientação em BTT. Também no esca- lão junior merece referência a prestação de Tiago Silva e que se saldou por um brilhante 14º lugar final.


ESTAFETA PORTUGUESA QUASE FAZIA HISTÓRIA A final de Distância Média não cor-


reu da melhor forma à nossa Selecção e os resultados acabaram por ficar um pouco aquém do esperado. Na prova disputada em Pozzolo di Vallaga, os nossos atletas viram-se assolados por uma onda de quedas e de problemas mecânicos que acabaram por ter uma


O que elEs disseram...


Na prova de Estafetas não participei por não ter bicicleta, esse foi o momento mais difícil para mim neste Mundial, era uma prova que sonhava fazer desde que fui seleccionado, fica para a próxima. Foi um Mundial que serviu para ganhar experiência e ter contacto com outro tipo de terrenos a que não estamos habituados nas nossas provas.


Carlos Simões


Ainda me lembro de dizer lá em casa, mais ou menos em No- vembro do ano passado, “ ena, Campeonato do Mundo de Ori BTT em Itália, que sonho!...” , e agora, olhando para trás, já passou.


Foi uma experiência espectacular, estou sem palavras. À expe- riência que foi, junto os meus resultados os quais não estava à espera que fossem tão bons e que para mim foram espectacula- res. Agora é continuar a trabalhar mais do que nunca para poder estar em força na próxima época.


Cristiano Silva Para ser sincero, acabei por ficar muito agradavelmente sur-


preendido com a minha prestação, já que acabei por conseguir não fazer erros de navegação e fazer prevalecer alguma valia técnica que ainda tenho, o que me permitiu posicionar-me na pri- meira metade da tabela nas várias provas. Vou agora iniciar os trabalhos para a próxima época, visto que tenho intenções de regressar ao mais alto nível. Desde que viemos de Itália, tenho treinado e estou motivado. Um ano de interregno fez-me bem. Daniel Marques


Na final de Distância Longa consigo o 14º lugar, o que me dei- xou muito contente pois é nestes momentos que conseguimos ver o resultado de tantas coisas de que abdicamos e de todo o tempo despendido a treinar. Este é o resultado do trabalho de- senvolvido nos bastidores pelos nossos treinadores.


Tiago Silva 73 Setembro 2011


Toda a comitiva se esforçou e deu o seu melhor, embora nem todos os resultados o mostrem claramente. Em alguns casos, a pressão e a falta de experiência em provas internacionais enco- briram o forte potencial de alguns atletas. Mas deu para ver, até pelas Estafetas, que, bem trabalhado, conseguimos ter mais que uma equipa ao alto nível.


Davide Machado


O momento mais alto foi na prova de Estafetas, quando entre- go o testemunho na 4ª posição e o mais baixo foi quando tive a queda que me condicionou a prova de distância Média. Vou com o sentido de dever comprido.


João Ferreira


Relativamente à minha prestação, ainda que aquém do que am- bicionava, não deslustra o trabalho até aqui realizado e a experi- ência adquirida (com uma importância vital nesta competições) poderá ser um factor primordial para futuros eventos.


Paulo Palhinha


repercussão séria nos tempos finais. Embora distante dos lugares cimeiros, Davide Machado voltou a ser o nosso melhor representante no escalão maior, ao concluir a sua prova no 36º lugar da Geral. O destaque nesta jornada vai para Cristiano Silva, 25º classificado no escalão júnior, a dar excelente conta de si em ano de estreia nestas andanças


da alta roda ‘orientística-velocipédica’ Mundial. O terceiro grande momento destes Mundiais, a final de Estafeta, teve lugar em Alonte e viu Portugal entrar a todo o gás na prova. Completamente recu- perado da queda que o vitimara no dia anterior, João Ferreira fez uma prova de raça e foi o quarto atleta a entregar o


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