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Karting Amador 14º CAMPEONATO DA NACIONAL KART Que futuro sem apoios?


Presente no cenário do Karting Amador Nacional desde 1998, a Rota K (Associação de Desportos Motorizados) cresceu em qualidade e quantidade como nenhum grupo organizador até então o tinha feito.


C


omeçando o seu trabalho em 1998, a Rota K teve como experiencia o 1º Campeonato NucleoKart de Oeiras que em 1997 organizou um evento de Karting com cin-


co provas pontuáveis. Dessas cinco, a Rota K, ampliou para oito e manteve o princípio das provas de 15 minutos de treino e uma hora de corrida para equipas de duas pessoas. A fórmula agradou a todos os participantes e a partir daí, o


número de adeptos e participantes foi crescendo ao ponto de em 2001 a Rota K organizar dois eventos distintos com Karts de aluguer (Campeonato e Troféu), um privado (Classe A), dois de outros grupos (Nestlé e Refrige) e pela primeira vez, aventurou-se na organização de eventos de longa resistência a Taça 2001 (6 horas).


No fim de 2003, a Associação “treme” e ameaça desmo-


ronar-se, é nessa altura que a Nacional Kart aparece como sendo o “departamento” da Rota K que se dedica exclusiva- mente ao Karting. Para primeiro ano (2004), os projectos são ambiciosos e a organização de cinco eventos distintos e a Taça (6 horas nocturnas), embora muito participadas começam a fazer no- tar que algo começou a “regredir” no universo do Karting Amador Nacional.


Com um abandono cada vez mais evi- dente dos participantes nas provas de Karting Amador / Aluguer, os organiza- dores têm tendência para inovar algo e desde logo se impõe uma boa di- vulgação não só da modalidade como também dos pró- prios eventos.


Com o apoio da Junta de Freguesia de São Domingos de Rana e à qual muito agradecemos a disponibilidade do Sr. Presidente Manuel Mendes, a Nacional Kart resolve para este ano de 2011 que as equipas comessem a representar uma Autarquia à sua escolha.


Com esta inovação, além de tentar ser uma “suposta” moti- vação extra para os intervenientes, esperava-se da parte das autarquias um reconhecimento do esforço das equipas e es- perava-se que as mesmas lhes fizessem um agradecimento numa das muitas publicações que esses vários organismos públicos têm ao seu dispor. ESPERAVA-SE… Embora tenha sido enviado um E-mail dando conta do que se iria realizar para todas as Juntas de Freguesia, o que se constou é que, além do pedido de informações por parte da J. F. de São João da Talha, só o próprio presidente da J. F. de Oeiras e São Julião da Barra (Carlos Morgado), se dignou a contactar-nos telefonicamente, agradecendo o gesto e desejando-nos as melhores felicidades. Todas as outras, repito, TODAS as outras, não se dignaram se- quer a pedir esclarecimentos ou demonstraram qualquer interesse no aconteci- mento e é aí que se vê o respeito que os nossos políticos e funcionários públicos têm por quem “desinteressadamente”


resolveu representá-los. Um simples E-mail, uma


carta de agradecimento, um telefonema… Cus-


Setembro 2011 64


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