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Índice


Nautimodelismo 64 | Nautimodelismo em Melides


Internacional de Bom em Lisboa; Estágio Nacional de Karaté Goju Ryu


43 | IX Taça Jundokan Internacional de Portugal; IV Gala de Artes Marciais; Concelho do Seixal recebe Torneio da JKF GK; Demonstração dos mais novos Karting Amador 44 | 14º Campeonato da Nacional kart Kickboxing 47 | Taça de Portugal 48 | Campeonato Nacional de Kickboxing 2011 55 | X Gala do Desporto Açoreano 56 | Campeonato Regional dos Açores 2011 58 | BIGGER’S BETTER 6 59 | 2ª Gala de Kickboxing de Condeixa-a-Nova 60 | Torneio “Ready 4 Everything” Lutas Olímpicas 62 | Campeões de Portugal de Luta Olimpica Nautimodelismo 64 | Nautimodelismo em Melides 68 | 3º Encontro Nacional de Nautimodelismo T.E.A.M.


Orientação 82 | Campeonato Nacional Absoluto de Orientação em BTT 2011


Orientação 72 | VII Campeonato Ibérico de Orientação em BTT 74 | Troféu de Orientação do Porto e Justlog Park Race 78 | 1º Open de Orientação de precisão do Hospital da Prelada 82 | Campeonato Nacional Absoluto de Orientação em BTT 2011 Paintball 85 | TOMAHAWK NEW DAWN Saúde|Nutrição Desportiva 86 | Suplementos e Performance – Parte 1 Saúde 87 | A Adolescência; O que comer no cinema? 89 | Alimentação Vegetariana Surf, Longboard & Bodyboard 90 | Em sintonia com o Mar 93 | O Surf e o ambiente Voleibol 95 | Sesimbra Campeão Regional de Juvenis Femininos 96 | Volei de Sesimbra com dificuldades de Apoios Yoga 97 | Yoga vai à escola


Saúde|Nutrição Desportiva 86 | Suplementos e Performance – Parte 1


Surf, Longboard & Bodyboard 90 | Em sintonia com o Mar


http://opraticante.bloguedesporto.com Notícias desportivas actualizadas diariamente


5 Julho 2011


Nautimodelismo


NAUTIMODELISMO EM MELIDES


Nautimodelismo


Orientação CAMPEONATO NACIONAL ABSOLUTO DE ORIENTAÇÃO EM BTT 2011


TÍTULOS PARA DAVIDE MACHADO E SUSANA PONTES P


or dois segundos se ganha, por dois segundos se perde. Foi com esta escassa margem que Davide Machado se im- pôs a Carlos Simões na grande Final masculina do Campe- onato Nacional Absoluto de Orientação em BTT, que teve


lugar em Barcouço, no concelho da Mealhada. No sector femini- no, Susana Pontes juntou mais um título à sua longa e profícua carreira.


Os belos e bem tratados vinhedos de Barcouço, no concelho da Mealhada, foram palco de excelência para uma final de ex- celência. Em causa os primeiros títulos nacionais absolutos de Orientação em BTT, disputados por 60 atletas no sector masculino e 12 no sector feminino. As provas desenrolaram-se sobre uma Distância Longa, em terrenos de moderada altimetria, com um traçado de percursos a oferecer uma infinidade de opções e a revelar-se um tremendo quebra-cabeças aos atletas. Esta dificuldade técnica, aliada à exigência física, levou a que


a incerteza quanto ao vencedor permanecesse mesmo até ao úl- timo momento, com Davide Machado (.COM) a receber atónito a notícia da vitória, precisamente da boca do segundo classifica- do, Carlos Simões (COALA). E logo por escassos dois segundos! “Com os erros que cometi nunca pensei que dava para ganhar”, começou por afirmar o atleta à nossa Reportagem, para explicar de seguida: “Cometi um erro muito grande entre o ponto 4 e o 5, andei perdido mas voltei à estrada e orientei-me novamente; mas do 5 para o 6 desorientei-me totalmente.” Para o primeiro Cam- peão Nacional Absoluto de Orientação em BTT de Portugal, “há grande mérito do mapa e do traçador.” E conclui: “Muitas opções, um bom percurso, parte técnica muito interessante e uma organi- zação muito boa da parte do Desportivo Atlético de Recardães”.


“NÃO ESTAVA MESMO À ESPERA”


Motivados pela ideia de reencontrar de novo o grupo de amigos, seguimos em direcção ao litoral Alentejano, para a aldeia de Melides.


M Julho 2011 64


uito cedo chegamos ao pequeno espelho de água alimentado por uma fonte que brota com apreciá- vel caudal da rocha, cujo nome nos remete de ime- diato para o sentido que será mais avassalado pela


envolvência do local, a Fonte dos Olhos. Aguardamos a chegada dos restantes participantes que pela manhã vão surgindo, alguns com peripécias para con- tar sobre a viagem, outros com muitos Km´s percorridos que


invariavelmente vão assombrando com os modelos com que se fazem acompanhar. Emoldurado por um cuidado parque de merendas com a providencial sombra das árvores que as- soma sobre uma cascata de água, em baixo encontra-se o espelho de água. O líquido cristalino com uma ligeira corrente põe à prova a destreza dos participantes, ladeado de mar- gens verdejantes e um telheiro, que preserva a história das lavadeiras do antigamente envolvidos pelo som da água em


65 Julho 2011


No sector feminino, Susana Pontes (CPOC) acabou por ser a mais forte ou, como ela própria deixa entender nas suas palavras, a que melhor soube aproveitar as falhas das adversárias. Para a multi-campeão nacional, esta foi uma vitória da qual “não estava mesmo à espera. Sou competitiva mas acho que tudo tem limites e agora já é mais o gozo de fazer bicicleta do que outra coisa.” Quanto à prova em si, confessa que lhe “teria dado mais gozo se sentisse que, no início, estava com a cabeça no lugar. Realmente fiz uma asneirada fenomenal de 21 minutos para o primeiro ponto e a partir daí assentei a cabeça no sítio e... vamos a ver se alguém falha.”


No tocante à sua prova, Susana Pontes é peremptória: “Mais do que o mapa, achei o traçado do percurso excelente, com imen- sas opções. No cômputo geral, o Desportivo Atlético Recardães merece uma excelente nota. Aliás, não tinha dúvidas disso. Gosto imenso do empenho que eles colocam em tudo aquilo que fazem e estava fora de questão pensar que isto não iria ser bom. E foi mesmo muito bom.” Um pequeno lamento, a concluir: “Foi pena a baixa participação mas estou convencida que todas as provas de BTT estendendo-se ao longo de fins-de-semana prolongados nunca irão ter sucesso porque o BTT não é uma prova de famílias, como na Orientação Pedestre. Portanto, fim-de-semana grande é para a família e não é para o BTT”.


JOAQUIM MARGARIDO www.orientovar.blogspot.com Julho 2011 82 83 Julho 2011


1º Davide Machado 2º Carlos Simões 3º João Ferreira 4º Joel Morgado 5º Mário Guterres 6º Daniel Marques


RESULTADOS Masculinos .COM


COALA


DA Recardães COC


7º Guilherme Marques 8º Cristiano Silva


9º António Valentim 10º Mário Marinheiro


1º Susana Pontes 2º Joana Frazão 3º Rita Madaleno 4º Marta Fonseca 5º Ana Filipa Silva


ADFA COC COC


GD4C ADFA


CP Abrunheira


Damas Elite CPOC CIMO ADFA ADFA CPOC


6º Cláudia Garcia Monteiro COC 7º Noémia Magalhães 8º Albertina Sá 9º Rita Gomes


10º Margarida Correia


BTT Loulé BTT Loulé


1:33:36 1:33:38 1:35:50 1:36:29 1:39:34 1:40:30 1:42:52 1:43:02 1:47:55 1:50:47


1:32:07 1:34:47 1:35:58 1:42:55 1:52:51 1:55:13


Amigos Montanha 1:58:46 ADFA


1:58:53 2:00:42 2:08:24


Orientação


Saúde | Nutrição Desportiva


SUPLEMENTOS E PERFORMANCE – PARTE 1


Serão os suplementos indispensáveis para uma óptima performance? Que suplementos podem ser úteis para a minha modalidade? O doping é um risco real? Estas são algumas das questões que serão respondidas ao longo das próximas edições d’O Praticante.


S


uplementos dietéticos, nutracêuticos, suplementos des- portivos, suplementos ergogénicos e alimentos des- portivos são alguns dos termos usados para descrever a amplitude de produtos que colectivamente formam a indústria de suplementos para desportistas. Estes produtos en- quadram-se normalmente numa das seguintes definições: 1. Constituem uma forma prática e conveniente de atingir as suas necessidades nutricionais diárias (ex: barras ou géis des- portivos ricos em hidratos de carbono) ou de tratar uma defici- ência nutricional conhecida (ex: suplemento de ferro ou cálcio); 2. Contêm nutrientes ou outras substâncias que podem me- lhorar directamente a sua performance desportiva. No entanto, apesar de todo o marketing à volta dos suple- mentos, de acordo com o conceituado Australian Institute of Sport (AIS, 2009), a maioria dos produtos comercializados e publicitados actualmente não apresenta benefícios cientifica- mente comprovados para atletas e pessoas activas. A falta de mecanismos legais que regulem adequadamente a indústria dos suplementos tem permitido que muitas marcas “seduzam“ os consumidores com argumentos ditos científicos, que muitas vezes resultam de distorções da evidência existente ou mesmo invenções de benefícios atribuídos a determinados suplemen- tos.


Isto não implica que não existam substâncias capazes de conferir uma vantagem fisiológica adicional, contudo é preci- so cautela. Antes de experimentar algum suplemento, deve informar-se junto de fontes credíveis (ex: Dietista/Nutricionista especialista em Desporto) e estar ciente dos prós (ex: atingir “necessidades” nutricionais, efeitos comprovados na perfor- mance, praticabilidade, efeito “placebo”, etc) e contras (cus- tos, ausência de benefícios/efeitos secundários, doping, etc.) associados ao mesmo.


A título de exemplo, desde muito cedo se reconheceu que


o exercício físico extenuante aumenta a produção dos chama- dos “radicais livres”, os quais são tidos como deletérios (i.e. “maus”) para a saúde. Em consequência, a indústria dos suple- mentos rapidamente publicitou os suplementos “antioxidantes”, compostos que neutralizariam os radicais livres e consequen- temente melhorariam a recuperação e posterior rendimento do


Julho 2011 86


atleta. Mas o nosso organismo não funciona de forma assim tão simples e a mais recente evidência científica salienta que os ra- dicais livres são na verdade necessários (até certo ponto) para induzir as respostas fisiológicas pretendidas com o exercício. Como tal, a utilização desmedida deste tipo de suplementos pode não só representar um gasto desnecessário, como resul- tar numa desvantagem competitiva para o atleta. Moral da história: os suplementos devem ser usados de forma consciente e informada, na altura certa e pelos motivos certos. Tenha ainda em mente que ingerir uma variedade de alimen- tos o mais próxima possível da sua forma natural é de longe a melhor aposta para melhorar a saúde geral, prevenir doenças, optimizar processos de cura/recuperação e melhorar a perfor- mance.


Apesar de os seguintes alimentos parecerem tão vulgares, as


hortaliças, frutos, cereais integrais, carnes magras, lacticínios magros ou meio-gordos, oleaginosas e leguminosas tendem a ser, em perspectiva, melhores e/ou mais relevantes do que os suplementos. Estes alimentos são ricos numa combinação importante de vitaminas, minerais, fibras, proteínas, gorduras, hidratos de carbono, antioxidantes e fitoquímicos que os atle- tas precisam numa base diária para ter sucesso na sua prática desportiva.


Assim, só depois de aplicar o melhor método de treino, o melhor descanso (dormir 6-8h à noite) e as melhores práticas nutricionais à sua vida, é que estará preparado para considerar a ingestão de suplementos. Aconselhe-se com um profissional acreditado antes de investir o seu tempo e dinheiro em suple- mentos que podem apresentar mais riscos do que benefícios! Nas próximas edições d’ O Praticante serão abordadas as vantagens e desvantagens de vários suplementos em concreto, esteja atento!


Desejando-lhe a melhor performance de sempre,


Diogo Ferreira | Dietista Tel.: 961 249 167


diogoferreira.dietpt@gmail.com


A ADOLESCÊNCIA U


ma alimentação equilibrada é fundamental durante a adolescência, porque para além de satisfazer as ele- vadas necessidades dos nutrientes durante este pe- ríodo, serve também para criar e manter bons hábitos


alimentares para o resto da vida. Nesta fase da vida, costumam aparecer novos hábitos de consumo, devido a motivos psicológicos, sociais, influência do grupo de amigos, rebeldia contra o controlo exercido pela família, procura de autonomia e de identidade, aumento do poder de compra, hábito diário de preparar as suas próprias refeições, a sociedade, a publicidade e o costume de comer fora de casa. Estes novos padrões alimentares, principalmen- te, quando se reflectem no adolescente favorecem um consu- mo habitual das refeições de fast-food. Este comportamento pode repercutir-se na saúde futura do indivíduo adulto. Geralmente, o adolescente tem por objectivo alimentar-se para aliviar a sensação de fome. O indivíduo não tem, muitas das vezes, a percepção de que o alimento é uma fonte de energia e de nutrientes indispensáveis ao crescimento e ao desenvolvimento físico, psicológico, emocional, etc. O exces- so na ingestão de refeições ricas em gordura, em sal e em co- lesterol também são comuns entre os adolescentes. Por isso e devido a esse tipo de alimentação que o aumento de peso pode levar aos jovens de ambos os sexos a apresentar doen- ças como a obesidade, a diabetes ou anorexia e a bulimia. O mais importante é ajudar o adolescente a perceber como


Saúde


evitar que surjam doenças presentes e futuras relacionadas com a nutrição, explorando a sua própria independência e a sua capacidade de tomar decisões e fazer as escolhas mais acertadas.


Alexandre Fernandes – Nutricionista Consulte – www.bemnutrir.com


Surf, Longboard & BodyBoard Foto de: Esmí A arte de deslizar com as ondas (a fazer surf, a fazer


bodyboard, apenas com o corpo, …) é algo único que apenas quem o faz poderá conhecer a sensação, embora descreve-la seja algo muito mais complicado...


O QUE COMER NO CINEMA? EM SINTONIA COM O MAR… I


r ao cinema recorda-nos “aquelas guloseimas” típicas que a maioria das pessoas gosta de comer quando assiste a um filme. Muitos destes doces apesar de parecerem deliciosos, são calóricos e não contêm os nutrientes realmente neces- sários para o organismo. As pipocas, na maioria dos cinemas, são feitas com milho, óleo vegetal e doce (açúcar carameli- zado) ou um sal especial com um determinado corante, que dá uma coloração amarela à pipoca. Em Portugal não é muito habitual, mas em alguns cinemas americanos e europeus, a pessoa já pode acrescentar manteiga, leite condensado ou até mesmo ketchup e pimenta. Também têm a possibilida- de de comprar pipocas com sabores muito diversos, e que a pessoa escolhe no momento, entre esses sabores temos: chocolate, queijo e bacon. Outros alimentos consumidos por quem gosta de ir ao cinema são os doces/salgados: chocola- tes, gomas, pastilhas elásticas, rebuçados (principalmente do tipo Halls) e amendoins. Quanto às bebidas as mais consu-


midas são aquelas que têm gás, como as colas. Do ponto de vista nutricional ir ao cinema pode ser desastroso para quem quer perder ou manter o peso. De todos os alimentos, os mais “problemáticos” nutricionalmente são as pipocas e os choco- lates, porque são ricos em açúcares e gordura. E como já é sabido, uma alimentação deste tipo proporciona sérios riscos à saúde, aumentando o peso, os níveis de colesterol e o risco de doenças cardiovasculares. Se é daquelas pessoas que não consegue ficar parado por 2h sem comer nada, então a melhor opção são as gomas (sem açúcar de adição) – estes alimentos são ricos em hidratos de carbono e proteínas. Mas, não exagere na quantidade...agora já sabe o que deve “petiscar” quando for ver um filme.


Alexandre Fernandes – Nutricionista Consulte – www-bemnutrir.com


87 Julho 2011


Quem conhece o mar…conhece-se a si próprio! Todos nós sabemos que, nesta altura do ano, os muitos quilómetros de costa do nosso país permitem a prática de desportos relacionados com o mar. Durante todos os outros meses do ano muitos são, também, aqueles que se aventuram, por paixão, nas águas geladas, na busca de uma sintonia e equilíbrio interior que apenas se consegue mergulhando nesse imenso mar!


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de: Renato A. G. P. Nunes COSTA DA CAPARICA - PRAIA DA RAINHA - QUEEN'S BEACH CLUB Certificada pela: Federação Portuguesa de Surf Registo como Operador Marítimo-Turístico, no Turismo, I.P.: 130/2011 Reconhecida para realização de Actividades de Turismo de Natureza na Rede Nacional de Áreas Protegidas, pelo I.C.N.B.


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Julho 2011 90


as é nesta altura que as praias se revestem de cor e o mar de gente ávida de ali permanecer o maior tempo


possível…ali mergulham e ali buscam incessantemente vencer desafios, co-


nhecendo os seus próprios limites e a sua força em querer e conseguir vencê- -los!


A vista abrange a linha do horizonte


e procura mais perto aquele “set” de ondas que permitirá surfar…surfar sem


limites e dentro dos limites! Agora, mais que nunca, continuare- mos a esclarecer manobras e técnicas dessa abordagem ao mar…dessa arte de deslizar sobre as ondas do mar…


Uma das questões mais colocadas quando um principiante de surf se pro- põe a colocar em pé sobre a prancha é: qual é o meu pé dianteiro? Existem dois tipos de “stance” (posi- cionamento” sobre a prancha), denomi- nados “Goofy” (pé direito na frente e pé esquerdo atrás) e “Regular/Natural” (pé esquerdo na frente e pé direito atrás). Inicialmente parece complicado, mas com a prática verifica-se que existe sempre um pé que tem mais facilidade em fazer a orientação do posiciona- mento do corpo sobre a prancha, pois quando se tratar de fazer viragem sobre a prancha, apenas um dos pés permiti- rá uma movimentação adequada. Para além disto, muitos alunos ficam ainda confusos com a questão de surfarem de “front-side” e/ou “back-side” para a onda: o que é isso? Sempre que o surfista corta a onda para um dos lados e os seus pés e tron- co ficam de frente para a parede da onda, este está a surfar de “front-side” e caso este esteja a cortar a onda de costas para a mesma, então este estará a surfar de “back-side).


Foto de: Esmí


ENTÃO, MAS O QUE É ISTO DE UMA ESQUERDA E/OU UMA DIREITA?


Referimo-nos às ondas, claro. E sem-


pre que estas quebram de um determi- nado ponto (pico) e se deslocam para a direita (vão rolando para a direita), trata-se de direitas e vice-versa. Se num determinado pico abrir uma direita para um dos lados e simultaneamente uma es- querda para o outro lado, estamos peran- te um pico triangular. Se a onda quebrar toda junta, de uma forma muito rápida, numa linha comprida ao longo da praia, sem rolar para a esquerda e/ou para a


Uma esquerda tubular perfeita. Foto de: Esmí


Surf, Longboard & BodyBoard


direita, diz-se que estamos perante um “close-out” (a onda fecha toda).


Foto de: Pedro S


Uma direita tubular perfeita. Foto de: Esmí


Um surfista “Regular”, a surfar de “front-side”, numa direita


Em resumo, tomando, como exemplo, um surfista de posicionamento “Regu- lar” (pé esquerdo na frente), quando ele estiver a surfar uma direita, com a frente do corpo voltado para a parede da onda, estará a surfar de “front-side”.


Foto de: Pedro S


PARA UMA BOA EXECUÇÃO DAS MANOBRAS DEIXAMOS AS SEGUINTES DICAS


• utiliza os braços para definir o movimento que será realizado (imagina que existe uma prancha nas tuas mãos); • trabalha com o teu peso corporal para as manobras saírem mais fortes e fluídas; • trabalha sempre com os joelhos flectidos para maior estabilidade e equi-


Quando um surfista com o mesmo “stance” (Regular) apanhar uma es- querda, com as costas voltadas para a parede da onda, estará a surfar de “back-side”.


líbrio; • tenta definir as diferentes pressões que devem ser feitas no pé dianteiro e traseiro em cada momento da manobra; • tem sempre um ponto de referência na onda, observa sempre onde irás colocar a prancha no instante seguinte; • controle físico e emocional são fundamentais para que consigas realizar uma manobra com sucesso; • simula as manobras na areia para teres mais noção quando estiveres no mar a surfar; • caso tenhas dificuldades, não desanimes e continua a praticar. Uma vez aprendida, a manobra jamais será esquecida.


91 Julho 2011


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