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Atletismo 32ª CORRIDA DAS FOGUEIRAS


CARLOS PEREIRA UM CAMPEÃO N


A chama de Carlos Pereira voltou a iluminar as ruas de Peniche e arredores


a noite do dia 25 de Junho teve lugar a 32ª edição da Corrida das Foguei- ras em Peniche, com organização da Câmara Municipal de Peniche, com


a participação de mais de 2500 atletas. Contrariamente a edições anteriores, a noite teve as condições ideais para a corrida de fundo, sem vento e com uma temperatura bastante agradável. Paralelamente à prova principal, com a dis- tância de 15 quilómetros, realizou-se a Cami- nhada das Fogueirinhas, com a distância de 6 km, sem fins competitivos. O vencedor dos 15 km foi José Maduro,


pertencente aos Maduro Athletics, com um tempo final de 47’32”, derrotando por larga margem Artur Santiago, do Mirantense FC e João Paulo Vaz, do CCD O Alvitejo. Na com- petição feminina, vitória para Anabela Tava- res, do CDR Águias Unidas, com o tempo de 56’38”, com cerca de 7 minutos de avan- ço sobre Dulcinea Silva, do CA da Barreira e mais de 8 minutos sobre Carla Pinto, do GD Macedo Oculista. Cpelolectivamente, a equipa vencedora foi o GD Macedo Oculis- ta, seguida do CCD O Alvitejo e dos Amigos de Atletismo de Mafra. O CD Asas do Milé- nium / O Praticante participou com 11 atletas, salientando-se a brilhante vitória de Carlos Pereira no escalão de Veteranos V, o que se constitui num feito notável dado que partici- param atletas provenientes de várias zonas do país. No meio de tantas fogueiras, a cha- ma de Carlos Pereira foi a mais intensa... Em relação à organização, e mesmo com-


preendendo que organizar um evento desta envergadura acarreta bastantes dificulda- des, temos a deixar alguns reparos, alguns dos quais já vêm de edições anteriores.


às inscrições é facilmente enganado e torna- -se possível inscrever a mesma pessoa para duas provas ao mesmo tempo e até duas ve- zes para a mesma prova... Além disso, as fogueiras nos troços perto do Cabo Carvoeiro apenas iluminam uma pe- quena parte do percurso, pelo que há zonas em que os atletas andam completamente às escuras e correm um risco de, por exemplo, não repararem nalgum buraco que haja na estrada e poderem lesionar-se com alguma gravidade.


Por último, e mais gritante, numa cerimónia com tantos prémios a distribuir é uma falha grave não incluir o nome do clube quando se chamam os atletas para ir ao pódio, até porque as classificações não estavam facil- mente acessíveis.


Carlos Pereira


Em primeiro lugar, não se compreende que houvesse carros estacionados na zona do primeiro abastecimento; em segundo lugar, a eterna questão do local de partida: a partida no porto de Peniche é de facto apelativa e bonita, mas após a mesma gera-se o pro- blema do afunilamento do espaço existente, que impede que muitos dos atletas entrem no seu ritmo até aos dois quilómetros. Suge- rimos que a partida fosse dada mais perto dos Bombeiros Voluntários, deslocando mais para a frente o bidão que marca o retorno à zona central de Peniche.


Depois, o sistema de inscrições está bem pensado, mas mal executado: quem procede


No entanto, devemos realçar também os aspectos positivos: a grandiosa sardinhada fornecida a todos os atletas, uma majestosa entrega de prémios (incluindo prémios para atletas com deficiência), animação musical, apoio entusiasta do público e a oferta de t- -shirts de qualidade de uma conhecida mar- ca italiana de material desportivo. Texto: Timóteo Seia Fotos: António Oliveira


Presidente do CD Asas Milénium deu o exemplo


Partida


Antonio Oliveira e a esposa Julho 2011 20


O pódio veteranos V


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