This page contains a Flash digital edition of a book.
Índice


Kickboxing 60| 1ª Gala Kickboxing Ramjamali


Karting 46| O karting Amador Nacional Kayak Pólo 48| Clube Canoagem Amora a caminho do título Nacional Kickboxing 50| 2º Congresso Nacional 51| Cursos de formação | Treinadores nacionais homenageados em Aveiro 52| Full-Contact ao mais alto nível 53| Escola de hotelaria recebeu demonstração de kickboxing 55| Estágio de Kickboxing com o Mestre Hugo Matos 58| O exemplo verídico de uma “Vitória pessoal no Aerokick” 60| 1ª Gala Kickboxing Ramjamali 62| Carlos Ramjamali – Um homem de sucesso 66| Gala Knock-Out Lutas Olímpicas 71| Entrevista – Orlando Gonçalves


Orientação 76| Portugal O’Meeting 2011


Orientação 76| Portugal O’Meeting 2011 Saúde / Nutrição 86| Workshops de culinária saudável / Açucar / Os benefícios do peixe 87|Perda de peso no desportista Surf, longboard e bodyboard 88| O regresso do Sol 91| O perfil de Gustavo Goláio 92| Conta-nos como é 93| O lado “C” no BB Voleibol 94| Voleibol em balanço 95| Sesimbra apresenta em Maio projecto para briénio 2011-2014 96| Taça de Portugal Yoga 97| Aumento da flexibilidade com Bhujamgásana


Saúde | Nutrição


86| Workshops de culinária saudável / Açucar / Os benefícios do peixe


Voleibol


94 e 95| Voleibol em balanço | Sesimbra apresenta em Maio projecto para briénio 2011-2014


http://opraticante.bloguedesporto.com Notícias desportivas actualizadas diariamente


5 Maio 2011


Kickboxing DECORREU EM AMBIENTE DE FESTA, A PRIMEIRA EDIÇÃO DA GALA


I GALA KICKBOXING RAMJANALI P


O Pavilhão Jorge Galamba Marques foi o palco escolhido


articiparam sete clubes da Região Centro: Associação Académica de Coimbra, Curigym, ACD os Ílhavos, Pampigym JP, Lis Tiger Club, Team JP Fitomédica e o clube anfitrião Ginásio Clube Figueirense. Foram realizados oito combates, dos quais referimos quatro


Texto: Ginásio Clube Figueirense Fotos: Henrique Silva / GCF


Kickbpxing


No último combate da tarde e o mais aguardado, na categoria de 52 Kg, a ginasista Carina Mata Maia (Ginásio)  modalidade de Low-kick, pôs ao rubro o público que assistiu ao evento, ganhando categoricamente por 3-0


Orientação


Orientação PORTUGAL O’ MEETING 2011: A FESTA DA ORIENTAÇÃO!


O Portugal O’ Meeting 2011 começou sob os melhores auspícios. Nos belos espaços da Coudelaria Alter-Real, no concelho de Alter do Chão, quase dois mil orientistas aceitaram o desafio dum mapa e dum percurso de grande qualidade e beleza. No final deste primeiro dia, o francês Philippe Adamski e a suíça Simone Niggli foram os melhores.


No final da gala, o Sr. Márcio Herlander Vice-Presidente da Federação Angolana de Kickboxing ficou


No 2º combate do Ginásio, em 57


Kg, Miguel Campos (Ginásio) V S Nuno  Full-contact, com um mau ajuizamento do colectivo dos juízes (2-1) a darem a derrota ao atleta do Ginásio


surpreendido pelo desempenho da Atleta do Ginásio e propôs à atleta Carina Mata Maia a participação em vários eventos (Campeonatos do Mundo em Low-Kick a realizar no mês de Outubro na Macedónia e em Novembro na Irlanda do Norte em


Full- Contact) em representação da Selecção Angolana, já que a mesma tem raízes angolanas..


C


No 1º combate do Ginásio, que colocou frente a frente, em 71 Kg, Alexei Kazarstev (Ginásio) VS Bruno Vicente (ACD os Ílhavos) na modalidade de Full- contact, onde o ginasista perdeu sem contestação por 3-0


A secção de Kickboxing através dos seus treinadores Joana Teixeira e Manuel Teixeira e no decorrer do evento, homenagearam com uma placa de agradecimento o seu patrocinador oficial o Sr. Carlos


Acúrcio, da empresa GASPROCAR, que esteve representado pelo seu irmão Álvaro Acúrcio; também


No 3º combate do Ginásio, em 81 Kg, Mário Correia (Ginásio) VS Ricardo Gonçalves (Lis Tiger Club) na modalidade de Low-kick, o ginasista entrou muito forte no 1º assalto surpreendendo o seu adversário não dando margem de erro aos juízes, ganhando no final por 3-0


Maio 2011 60 61 Maio 2011


foram agraciados com uma placa de reconhecimento o Presidente da AKBMTC, Sr. José Machado, o Vice- Presidente da Federação Angolana de Kickboxing Sr. Márcio Herlander e o Mestre Carlos Ramjanali, pelos serviços prestados ao kickboxing, e que em sua homenagem foi dado o seu nome ao evento


om uma permanente ameaça de chuva no horizonte, teve início nos terrenos da Coude- laria Alter-Real a décima-sexta


edição do Portugal O’ Meeting 2011. À semelhança dos últimos anos, Por- tugal voltou a ser a “Meca” da Orien- tação mundial, atraindo este ano mais de 1800 atletas, dois terços dos quais estrangeiros, sobretudo finlandeses, noruegueses, suecos e suiços. A organização, com assinatura do Grupo Desportivo dos Quatro Cami- nhos, arrancou da melhor maneira com o evento, chamando aos espa- ços nobres da Coudelaria mais antiga do mundo os aficionados da Orienta- ção, naquilo que teve tanto de des- portivo como de lúdico e cultural.


SIMONE NIGGLI, DEMOLIDORA


No tocante à competição, o francês Philippe Adamski (Kalevan Rasti) es- teve imparável, terminando a sua pro- va com o tempo de 1.07.24, menos 39 segundos que o ucraniano Oleksandr


Kratov (OK Orion). O britânico Scott Fraser (SNO), segundo classificado do Portugal O’ Meeting 2010, não foi além da sexta posição, com o tempo de 1.09.22. Tiago Aires (GafanhOri), com o tempo de 1.09.39, foi o melhor português.


No sector feminino, a vencedora foi a suíça Simone Niggli (Swiss Oriente- er) com o tempo de 1.03.40, iniciando da melhor forma a defesa do título al- cançado em 2010 e mostrando aqui o porquê de ser a líder do ‘ranking’ mundial. Minna Kauppi (Team Fin- land) terminou na segunda posição, a distantes 3.20 da sua mais directa rival. Vencedora do Portugal O’ Me- eting em 2009, a dinamarquesa Sig- ne Soes concluiu na terceira posição com o tempo de 1.10.52. A melhor portuguesa neste primeiro dia de pro- vas foi Raquel Costa (GafanhOri), na 31ª posição, com o tempo de 1.23.42.


JOAQUIM MARGARIDO www.orientovar.blogspot.com


Resultados Dia 1 Elite Masculina


1. Philippe Adamski 1:07:24; 2. Oleksandr Kratov 1:08:03; 3. Jere Pajunen 1:08:37; 4. Tero Föhr 1:08:42; 5. Pasi Ikonen 1:08:58; 6. Scott Fraser 1:09:22; 7. Wojciech Kowalski 1:09:28; 8. Wojciech Dwojak 1:09:33; 9. Tiago Aires 1:09:39; 10. Andreas Ruedlinger 1:09:54. Elite Feminina


1. Simone Niggli 1:03:40; 2. Minna Kauppi 1:07:00;


3. Signe Søes 1:10:52; 4. Vroni Koenig-Salmi 1:11:11; 5. Nadiya Volynska 1:11:38; 6. Martina Zverinova 1:12:48; 7. Rahel Friederich 1:13:02; 8. Aija Skrastina 1:14:05; 9. Ra- chael Elder 1:14:22; 10. Venla Niemi 1:14:31.


O QUE ELES DISSERAM...


Tal como esperava, foi uma excelente prova. Uma prova muito fisica, bastante exigente, não muito difícil do ponto de vista da orientação mas muito rápida, cheia de pormenores. Penso que, sobretudo nas pernadas longas, era necessária muita concentração para não perdermos o ponto. Foi muito bom. Nos próximos dias espero estas rochas com mais exi- gência, grandes corridas de distância meda, ganhar velocidade e fazer uma boa orientação. Acho que as coisas vão tornar-se mais difíceis. Vroni Konig-Salmi, Suiça


É a primeira vez que participo no Portugal O’ Meeting e é a minha primeira prova da época sem neve, portanto foi mesmo divertido. Não foi uma prova muito exigente do ponto de vista da orientação, mas foi uma prova muito rápida e muito divertida. Tinha visto alguns mapas antes, já esperava este tipo de terrenos e penso que o mapa de hoje era realmente muito bom. Espero nos dias que seguem mais provas boas e terrenos desafiantes, espero também fazer boas corridas e bons resul- tados. E bom tempo também.


Tove Alexandersson, Suécia


Durante o Inverno estive na Suécia, havia imensa neve e não tive hipó- teses de fazer Orientação. Portanto, esta semana serve principalmente para melhorar a técnica e preparar a época que temos pela frente. Devo, portanto, focar-me nas provas e na técnica de orientação. Hoje senti-me bem fisicamente, fiz alguns pequenos erros e tenho de melhorar nos dias que vêm. Este começo da temporada aqui no Portugal O’ Meeting é sempre fantástico. Grandes provas, gente espectacular, grande atmos- fera, portanto… tudo fantástico!


Scott Fraser, Grã-Bretanha


É a primeira vez que estou em Portugal numa competição de Orien- tação. Os treinos dos dias anteriores criaram em mim outra expectati- va, sobretudo porque imaginei que iria encontrar mais pedras. Hoje o terreno acabou por ser parecido com aquele que temos no Brasil, com um relevo suave, pequenas reentrâncias, foi óptimo. Como tudo era es- tranho, previ para uma prova de 11 km fazer qualquer coisa como duas horas. Afinal acabei por fazer bem menos do que isso, senti-me muito bem fisicamente e estou satisfeita. Acho que dará até para puxar um pouquinho mais nos próximos percursos. Estamos aqui para aprender, cada dia é uma experiência que se soma para construir um atleta melhor para o Brasil. É isso que quero fazer, cada dia mais.


Tânia Carvalho, Brasil


É sempre um grato prazer voltar a Portugal nesta altura do ano por- que o tempo é excelente e os terrenos e as provas são muito boas. Hoje tivemos de novo um terreno fantástico, muito aberto, corrida mui- to rápida. Fiz uma prova boa, limpa de erros e estou muito contente. Tecnicamente senti-me muito bem, fisicamente não tenho ainda a força necessária para a alta competição, mas por outro lado corri com muita velocidade. Espero fazer quatro provas limpas, sem grandes erros e ganhar o Portugal O’ Meeting. E esse o meu objectivo.


Simone Niggli, Suiça Maio 2011 76 77 Maio 2011


Saúde | Nutrição Desportiva


WORKSHOPS DE CULINÁRIA SAUDÁVEL


AÇÚCAR O


A


Media Markt tem o orgulho de ser uma das empresas pionei- ras a disponibilizar aos seus funcionários workshops de culinária saudável. Estes workshops são realizados uma vez por semana, onde o nutricionista Alexandre Fernandes con- fecciona preparações rápidas, saboro- sas e nutritivas. Estes workshops tam- bém servem para que o nutricionista dê noções básicas para uma alimentação mais equilibrada, sem que isso signifi- que pôr de parte o prazer de comer. Ou seja, com conselhos práticos e simples, juntamente com uma preparação sema- nal diferente e recorrendo a determina- das estratégias ajuda os funcionários do Media Markt a fazer escolhas adequa- das e a gerir o dia alimentar de forma - mações sobre este serviço contacte-nos pelo email opraticanteinformações@ gmail.com. - das e a gerir o dia alimentar de forma rápida e eficaz, com conselhos práticos e simples, utilizando estratégias facil- mente aplicáveis ao dia-a-dia de profis- sionais, cuja disponibilidade é reduzida. - das e a gerir o dia alimentar de forma rápida e eficaz, com conselhos práticos e simples, utilizando estratégias facil- mente aplicáveis ao dia-a-dia de profis- sionais, cuja disponibilidade é reduzida. - das e a gerir o dia alimentar de forma rápida e eficaz, com conselhos práticos e simples, utilizando estratégias facil- mente aplicáveis ao dia-a-dia de profis- sionais, cuja disponibilidade é reduzida. - das e a gerir o dia alimentar de forma rápida e eficaz, com conselhos práticos e simples, utilizando estratégias facil- mente aplicáveis ao dia-a-dia de profis- sionais, cuja disponibilidade é reduzida.


PERCA PESO SEM PREJUDICAR A SUA PERFORMANCE DESPORTIVA


açúcar mascavado e o refinado (ou branco) são um tipo de hidrato de carbono também conhecido por sacarose (formado por uma molécula de glucose e uma de frutose). Estes dois tipos de açúcar são obtidos da cana e da beterraba.


Quando por algum motivo provamos ou comemos a cana ou a beterraba não - postos, inclusive de água. Exactamente por isso que 100gr de açúcar têm 398kcal, enquanto que 100gr de caldo de cana têm 93kcal e 100gr de beterraba têm 46kcal. Assim, pode-se afirmar que o açúcar tem na sua composição apenas sacarose, e os outros alimentos têm na sua constituição vitaminas, minerais, fibras e água. Quase todos os alimentos que ingerimos contêm na sua composição hidratos de carbono (HC), seja em forma de sacarose, amido, glicogénio e celulose. No entanto, os produtos industrializados contêm uma quantidade de açúcar – ou seja, sacarose – mais elevado. 


- 100gr de biscoitos doces apresentam 280kcal, a quase totalidade calórica é


proveniente dos HC, sendo que grande parte destes é amido; - 100gr de pão branco (2 pães) têm aproximadamente 200kcal, a quase totalida- de calórica é proveniente dos HC, sendo que grande parte destes também é amido; - 100gr de maçã contém 64kcal totais, sendo a menor parte das calorias prove- nientes da frutose. Esta informação é para demonstrar que o consumo de açúcar mascavado, refina- do e dos produtos industrializados deve ser limitado na nossa alimentação diária; já as frutas, os vegetais, os legumes e os cereais podem e devem estar presentes na alimentação do dia-a-dia sem preocupação.


Alexandre Fernandes – Nutricionista Consulte – www.bemnutrir.com


OS BENEFÍCIOS DO PEIXE


Q


uem tem por hábito comer peixe pode estar a beneficiar todo o sistema cardiovascular. Um estudo realizado por cientistas e médicos da Harvard - cluiu que as pessoas que consumiam peixes gordos, como o atum, a ca-


vala, o peixe-espada, o salmão e outros, até quatro vezes por semana, diminuíam em 27% (aproximadamente) o risco de um enfarte do miocárdio. O estudo foi realizado durante 12 anos, com uma amostra aproximada de 5 mil pessoas, com idades acima dos 65 anos. A alimentação destas pessoas foi moni- torizada durante todo este período e os cientistas também tiveram que responder a diversos questionários. Os investigadores acreditam que os bons resultados deste estudo, isto é relativa-


  existe neste tipo de alimentos, que “protege” os vasos sanguíneos e ajuda a manter a pressão arterial nos valores considerados aceitáveis. No entanto, os autores do estudo alertaram que estes resultados só foram ob- servados somente entre as pessoas que davam prioridade ao consumo de peixe cozido ou assado, em detrimento daquelas que preferiam comer peixe frito.


Alexandre Fernandes – Nutricionista Consulte: www.bemnutrir.com


Maio 2011 86 PERDA DE PESO NO DESPORTISTA


Quer seja para melhoria da performance, como requisito para competir numa determinada categoria de peso ou apenas por questões de estética corporal, muitos atletas fazem da perda de peso um objectivo sério. Contudo, nem sempre utilizam a melhor estratégia, resultando numa frustração dos objectivos e/ou repercussões graves ao nível do desempenho desportivo.


U


m excesso de peso, nomeadamente de gordura corporal, apresenta de facto desvantagens para a saúde - aumenta a predisposição para doen-


ças crónicas como diabetes, hipertensão, ou cancro – e para a sua performance – a gordu- ra excessiva actua como um peso morto que os atletas têm de carregar, diminuindo a sua capacidade funcional, além de dificultar a ter- morregulação durante o exercício. Os níveis de massa gorda (%MG) habitualmente reco- mendados para adultos activos oscilam entre os 5-15% e os 12-28%, respectivamente para homens e mulheres. Como tal, se pretende perder peso, pode tomar os valores mínimos como referência da %MG mínima que pode atingir, o que o ajuda- rá a perceber quanto peso pode, em teoria, perder em gordura corporal. Não é aconse- lhável que ultrapasse os limites mínimos, pois uma perda excessiva de massa gorda pode afectar negativamente o rendimento desporti- vo e até ameaçar as suas funções vitais. A perda de peso deverá ser programa- da de modo a que possa ser feita de modo gradual, idealmente em período(s) de “off season”, através de um défice energético de 500-1000kcal diárias, o que lhe permitirá per- der em média 0,5-1kg/semana.


ORIENTAÇÕES GERAIS PARA PERDA DE PESO/GORDURA CORPORAL NO ATLETA


      nível dos métodos de confecção, evite fritos e refogados, privilegiando cozidos e grelhados/ assados (sem gordura adicionada); modere a adição de azeite a saladas e outros alimentos; evite a utilização de manteigas e cremes para barrar.        


-  coelho, lombo de porco, etc) e nos lanches intermédios lácteos magros como leite magro, iogurte magro e queijo magro/fresco/requei- jão – o cálcio contido nos lácteos ajuda ainda a optimizar a perda de peso, de acordo com a mais recente investigação científica. 


Voleibol VOLEIBOL EM BALANÇO


ÉPOCA 2010 2011 DENTRO DAS EXPECTATIVAS DESPORTIVAS MAS ABAIXO A NÍVEL FINANCEIRO


hidratos de carbono (3-5g/kg peso corporal ou 210-350g num atleta de 70kg), pelo que      -  (preferencialmente integrais), batatas ou legu- minosas (feijão, grão, lentilhas, etc) – sempre acompanhadas por vegetais (crus ou cozi- dos) em abundância - e nos lanches intermé- dios inclua pão de mistura ou integral, cereais      ou outros com poucos açúcares simples), bo-  e fruta variada. - ricos (bolos, sobremesas doces, salgadinhos, etc) e de fast food (pizzas e hambúrgueres gordurosos, etc);  a qual deve ser ingerida em intervalos fre- quentes, não só para assegurar um bom esta- do de hidratação como para ajudar a contro- lar o seu apetite.  - ções diárias, incluin- do sempre pequenos lanches nas 2h ante- riores e posteriores ao exercício.    - venção alimentar com sessões de exercício adicionais – cuida- dosamente progra- madas - aumentando assim o dispêndio energético diário.    


87 Maio 2011


suplementos para perda de peso deve ser feita apenas em último recurso e sob super- visão de um especialista, uma vez que 1) existe muita oferta mas poucos produtos têm efeitos comprovados e 2) alguns suplemen- tos podem conter substâncias dopantes e/ou  Certifique-se que avalia previamente a sua situação juntamente com o treinador e (ideal- mente) uma equipa multidisciplinar que inclua  o objectivo de averiguar se de facto perder peso será uma vantagem competitiva e/ou se, pelo menos, não irá interferir negativamente na sua performance. A ajuda de um profis-     adequada avaliação e monitorização da sua composição corporal, a definição de objec- tivos realistas e um planeamento alimentar       específicos, garantindo assim o sucesso da intervenção.


     sempre,


Ao longo dos últimos tempos tem sido noticia nos órgãos de comunicação social a Crise Financeira, o PEC o FMI. Reflexo de todas estas notícias são claramente a falta de apoios para a implementação e desenvolvimento de projectos desportivos não profissionais.


N


o que respeita ao Voleibol pensamos que o Estado não está a cumprir ou pelo menos não o está a fazer da forma correcta, pois o artigo nº 79 (Cultura físi- ca e desporto) da Constituição da República Portu-


guesa diz o seguinte: 1º- Todos têm direito à cultura física e ao desporto; 2º Incumbe ao Estado, em colaboração com as escolas e as associações e colectividades desportivas, pro- mover, orientar e apoiar a prática e a difusão da cultura física e do desporto, bem como prevenir a violência no desporto. Ao observarmos a nossa realidade constatamos rapidamente diversas lacunas nesta área. O Voleibol do Grupo Desportivo de Sesimbra continua em movimento apesar do fraco apoio recebido. Como temos vin- do a salientar o apoio para a dinamização do desporto de formação tem vindo a decrescer nos últimos tempos. Com todas estas dificuldades o GD Sesimbra continua a trabalhar diariamente com 6 equipas ainda em competição. Duas delas continuam a sua participação nos Campeonatos Nacionais, nomeadamente os Seniores Femininos que vão disputar a 3ª fase da competição e os Juniores Femininos que disputam a 2ª fase do referido Campeonato.


Os Juvenis Femininos são neste momento lideres isoladas da sua serie e irão disputar juntamente com as equipas do


Filipa de Lencastre, CR Piedense e CF Belenenses o título de Campeão Regional. No que respeita às equipas mais jovens infantis e iniciados femininos estão neste momento a dispu- tar o torneio de encerramento da Associação de Voleibol de Lisboa.


Os seniores masculinos falharam o apuramento para a final do Campeonato Nacional do INATEL ao se classificarem na 4ª posição da serie dos primeiros. No que respeita à escolinha de voleibol, esta realizou o seu


primeiro torneio convívio no mês de Março, irá realizar um se- gundo torneio no dia 7 de Maio, com vista à participação no Regional de Gira- Volei a disputar em Lisboa a 28 do mesmo mês.


Em jeito de balanço a época está a decorrer dentro das ex- pectativas desportivas, contudo no que respeita à parte finan- ceira e pelo já explicado anteriormente a situação é preocu- pante colocando em risco a continuidade do nosso projecto, temos ideias para o futuro apenas precisamos de apoio para as concretizarmos.


Texto: Prof. António Piedade


Coordenador Técnico da Secção de Voleibol do GD Sesimbra) Fotos: Lilia Prymak


SESIMBRA APRESENTA EM MAIO PROJECTO PARA TRIÉNIO 2011-2014


NOVO RUMO NO PROJECTO DO VOLEIBOL


À semelhança do que já ocorria anteriormente o Voleibol do GD Sesimbra irá apresentar no decorrer do mês de Maio o seu projecto formativo e desportivo para o triénio 2011-2014.


S


egundo o ainda coordenador técnico da Secção Prof. António Piedade, os projectos devem ser reformulados. Sem levantar muito o véu, não deixou de expressar que o voleibol deve ser encarado como a formação des-


portiva dos jovens até porque o desporto transmite muitos ensinamentos para a vida adulta ao mesmo tempo que tira os jovens de comportamentos desviantes. A grande fonte de recrutamento tem que ser a Escola atra- vés da Educação Física e do Desporto Escolar, para isso o GD Sesimbra tem um protocolo com a Escola Básica 2,3 Na- vegador Rodrigues Soromenho que pretende manter ou até mesmo aumentar as bases de colaboração. Neste projecto não podemos esquecer os Encarregados de Educação que são fundamentais para o desenrolar do pro- cesso, contudo pretendemos uma participação mais activa na formação desportiva dos seus educandos. Pretendemos implementar a realização de vários torneios quer de voleibol indoor quer de Voleibol de Praia, a semelhan- ça do que já fizemos no passado. Vamos procurar alterar a forma de abordagem às empre- sas para conseguirmos passar melhor a nossa mensagem, dar a conhecer melhor as nossas ideias e o nosso trabalho, para assim conseguirmos em conjunto desenvolver a nossa modalidade.


Para nós é um prazer ver fim de semana após fim de sema- Voleibol


Nutriçao Desportiva | Saúde


na o nosso pavilhão cheio para ver as nossas meninas mos- trarem a evolução do seu trabalho, sempre cheias de alegria lutando pelo melhor resultado, pois é esse o nosso objectivo. Lutar pela melhoria na tarefa pois só assim conseguiremos alcançar os nossos objectivos de resultado.


Fotos: Lilia Prymak


Maio 2011 94


95 Maio 2011


Page 1  |  Page 2  |  Page 3  |  Page 4  |  Page 5  |  Page 6  |  Page 7  |  Page 8  |  Page 9  |  Page 10  |  Page 11  |  Page 12  |  Page 13  |  Page 14  |  Page 15  |  Page 16  |  Page 17  |  Page 18  |  Page 19  |  Page 20  |  Page 21  |  Page 22  |  Page 23  |  Page 24  |  Page 25  |  Page 26  |  Page 27  |  Page 28  |  Page 29  |  Page 30  |  Page 31  |  Page 32  |  Page 33  |  Page 34  |  Page 35  |  Page 36  |  Page 37  |  Page 38  |  Page 39  |  Page 40  |  Page 41  |  Page 42  |  Page 43  |  Page 44  |  Page 45  |  Page 46  |  Page 47  |  Page 48  |  Page 49  |  Page 50  |  Page 51  |  Page 52  |  Page 53  |  Page 54  |  Page 55  |  Page 56  |  Page 57  |  Page 58  |  Page 59  |  Page 60  |  Page 61  |  Page 62  |  Page 63  |  Page 64  |  Page 65  |  Page 66  |  Page 67  |  Page 68  |  Page 69  |  Page 70  |  Page 71  |  Page 72  |  Page 73  |  Page 74  |  Page 75  |  Page 76  |  Page 77  |  Page 78  |  Page 79  |  Page 80  |  Page 81  |  Page 82  |  Page 83  |  Page 84  |  Page 85  |  Page 86  |  Page 87  |  Page 88  |  Page 89  |  Page 90  |  Page 91  |  Page 92  |  Page 93  |  Page 94  |  Page 95  |  Page 96  |  Page 97  |  Page 98  |  Page 99  |  Page 100