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Karting O KARTING AMADOR NACIONAL


Antes de abordarmos esta nova modalidade, penso ser importante fazer uma introdução ao que realmente é e o que representa o karting na sua vertente “menos profissionalizada”.


É


certo e aceite por todos que não existem pilotos de Karting pro- fissionais, pois os competidores, (em principio) não são maio- res de idade e não podem ser directamente remunerados. No entanto, há toda uma panóplia de profissionais que vivem direc-


tamente do Karting (fabricantes de motores e Chassis, preparadores e kartódromos).


O que é então, o fenómeno conhecido pelo nome de Karting Ama- dor Nacional? Também conhecido por “Competição de Karting de Aluguer”, o


Karting Amador é o aproveitar das possibilidades oferecidas pelos Kartódromos, por parte de organismos (oficiais ou não) que organi- zam corridas de karting e que não estão debaixo da “alçada” da Fe- deração Portuguesa de Automobilismo e Karting. Não deve ser con- fundido nem com provas piratas (geralmente feitas na rua), nem com os organizadores de ocasião, pois estes combinam uma prova num Kartódromo e fazem a sua corrida esporádica e sem continuidade. Os Grupos de Karting Amador, são organizados e têm os seus pró-


prios regulamentos, utilizam os kartódromos e as respectivas frotas de Karts e todas as provas são contabilizadas para a atribuição das classificações finais. Foi tido como princípio de vários grupos que, o


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Serie C 2004 (Nacional Kart) – karts com motor Honda 390 c.c., corridas 


mínimo de provas que possam constituir um evento de karting Ama- dor, nunca poderá ser inferior a 5 e que terá de ter uma data de início e fim.


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Maio 2011 46


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