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Geral 6


Saúde


Cor da lente de óculos de sol não tem relação com proteção dos olhos


Tamanho também interfere: quanto maior o acessório, maior a segurança.


Não é só a pele que so-


fre com as altas temperatu- ras e o tempo seco em um verão rigoroso. Nessas ho- ras, além do protetor solar, os óculos escuros também devem entrar em cena. O alerta é da oftalmologista Ana Maria Vieira, do Hos- pital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães. Segundo Ana Maria,


os raios ultravioleta são o principal vilão para a saú- de dos olhos na estação mais quente do ano. “Por isso é importante ter um óculos com fator de prote- ção contra os raios UVA/ UVB na lente. Isso ajuda a evitar algumas doenças (veja infográfico), além da evaporação da lágrima e o consequente ressecamento dos olhos”, explica. A oftalmologista ex-


plica que não há relação entre a cor das lentes dos óculos e a proteção. “Elas (as lentes coloridas) podem interferir na qualidade e no conforto da visão, no bri- lho, no contraste, mas não na proteção ultravioleta”, diz Ana Maria. Mais do que um aces-


sório, a artista plástica e blogueira Camila Gomes,


de bonés”, diz Neves.


USO DE ACESSÓRIO PELAS CRIANÇAS SÓ É INDICADO ACIMA DOS 4 ANOS


A fragilidade das


30, diz que tem uma verda- deira relação de amor com os óculos – um artigo de primeira necessidade para ela. “Eu tenho miopia e sensibilidade aumentada à luz, por isso, para mim, os óculos escuros são quase como uma bengala. Ulti- mamente, estou preferindo usar um bem escuro e outro com as lentes esverdeadas, que dão mais conforto para dirigir”, conta. Como os óculos co-


mercializados no país não possuem um selo de qualidade regulamentado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) que ateste a proteção, na hora da compra é importante observar se o produto vem com alguma etiqueta que indique a qualidade do filtro. “Apenas olhando, o cliente pode não conseguir saber, mas ele pode levar a


Tecnologia Biochip faz mão virar um controle remoto Os biochips que pro-


metem revolucionar, em um futuro bem próximo, a forma como vamos poder dispensar chaves, senhas, códigos de barras e, ainda assim, ter privacidade e se- gurança, já estão em ação. O equipamento estava pró- ximo da realidade e, neste fim de semana, cerca de 40 amantes e pesquisadores de tecnologia participaram da inauguração oficial da sede da Área 31 Hackerspace, na Universidade Fumec – pri- meiro laboratório comuni- tário, aberto e colaborativo, que possibilitou a vinda dos primeiros biochips ao país. O dispositivo, que


mede cerca de 2 mm – aproximadamente o tama- nho de um grão de arroz –, foi desenvolvido pelo


uma ótica. A maioria dos estabelecimentos possui um aparelho capaz de me- dir a qualidade (da lente)”, orienta a oftalmologista. E engana-se quem


pensa que as lentes trans- parentes estão isentas des- sa mesma preocupação. “É errado pensar que lentes escuras protegem mais. Ao comprar os óculos, seja de grau ou não, deve-se solici- tar ao ótico uma lente que tenha essa característica”, afirma Ricardo de Almei- da Neves, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O tamanho também


irá interferir na proteção, segundo o oftalmologista. “Quanto maior os óculos, mais proteção eles vão dar, porque os raios também incidem pelas partes supe- rior, lateral e inferior. Só os óculos não são suficientes, e também é indicado o uso


Lei de Mídia


Argentina aprova plano de divisão do grupo de comunicação Clarín


norte-americano Amal Graafstra, que queria aces- sar seu escritório com mais facilidade. Desde 2005, ele possui um chip em cada mão.


Os implantes funcio-


nam por radiofrequência compatível com Near Field Communication (NFC). Essa tecnologia permite comunicação em curta dis- tância entre dispositivos, sem a utilização de fios e configurações adicionais, apenas aproximando a mão ao leitor. Segundo um dos fun-


dadores do laboratório, Ewerson Guimarães, al- guns testes para aumentar a capacidade de armazena- gem de dados – que hoje é de até 144 bytes por chip – já estão avançados.


O organismo argen-


tino que regula os meios de comunicação no país a Autoridade Federal de Ser- viços de Comunicação Au- diovisual (Afsca), aprovou a divisão do Grupo Clarín em seis empresas diferentes para adaptar-se à polêmi- ca Lei de Mídia, aprovada no final de 2009. A maior holding multimídia do país havia apresentado o novo plano de negócios em de- zembro, após perder uma longa batalha judicial na qual alegava que a norma era inconstitucional. Em outubro, a Corte


Suprema de Justiça conside- rou constitucional a Lei de Mídia, que limita o número de concessões de rádio e TV por proprietário e impede que as emissoras tenham


presença em todo o territó- rio nacional, com exceção da TV Pública. Após a decisão de hoje, comunicada pelo titular da Afsca, Martín Sa- batella, o Grupo Clarín terá 180 dias para concretizar a venda de suas licenças ou a distribuição das mesmas en- tre os acionistas. “Vamos a caminho de


um panorama de serviços au- diovisuais muito mais plural, mais democrático, com mais liberdade, sem que nenhum patrão imponha condições ao resto dos meios de co- municação”, disse Sabatella. Segundo ele, “é reconfortan- te ter conseguido que todos os grupos de mídia, ainda o mais poderoso e prejudicial para a democracia, tenham tido que render-se ao impé- rio da lei”.


crianças faz com que elas, naturalmente, fujam do sol. Nem por isso os pais devem se preocupar apenas com boias e protetores solares durante o verão. Segundo a oftalmologista Ana Ma- ria Vieira, o uso dos óculos também é indicado, mas não abaixo dos 4 anos. “Crianças muito pe-


quenas, de até uns 4 anos, não devem usar porque elas podem se machucar com as hastes, por exemplo. A partir daí, as recomenda- ções são as mesmas para a escolha do produto. É ne- cessário um fator de prote- ção, mas que as lentes não sejam tão escuras. Até os 8 anos, as crianças precisam da luz para desenvolver a visão e a capacidade de en- xergar os detalhes. O olho ainda está em uma fase de ‘aprendizado’ e, se a lumi- nosidade for barrada, isso vai prejudicar”, afirma. Ana Maria explica


que a criança também não deve usar as lentes colori- das durante um dia intei- ro, mas “brincar um pouco não faz mal”.


INGREDIENTES


PARA O FLAN DE ABACATE 1 abacate (pequeno) e maduro em pedaços 1 xícara (chá-rasa) de açúcar 1/2 lata de creme de leite 1 envelope de gelatina em pó sem sabor (12g) 4 colheres (sopa) de água para amolecer a gelatina 1/2 xícara (chá) de hortelã (só as folhas) picadinha 2 claras em neve PARA O FLAN DE LIMÃO 1 lata de leite condensado Suco de 2 limões grandes 1/2 lata de creme de leite 1 envelope de gelatina em pó sem sabor (12g) 4 colheres (sopa) de água 1 colher (sopa) rasa de raspas de limão 2 claras em neve PARA O COULIS DE MANGA 1 xícara (chá) de manga 1 xícara (chá) de suco de manga 1/2 xícara (chá) de água 1 colher (sopa) cheia de açúcar 1 colher (sopa) de mel 1 colher (chá) de raspas de gengibre 1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado 1 colher (chá) de pimenta branca (opcional)


MODO DE PREPARO


PARA O FLAN DE ABACATE Bata no liquidificador o abacate, o açúcar e 1/2 lata de creme de leite. Reserve. Amoleça a gelatina na água e leve ao fogo em ba- nho-maria até dissolver. Espere amornar um pouco e junte à mistura reservada. Acrescente a hortelã, as claras e misture delicada- mente. Coloque numa forma de furo central (mé- dia), untada com óleo e molhada. Leve à geladeira por 30 min. PARA O FLAN DE LIMÃO Misture o leite condensado com o suco dos li- mões. Acrescente o creme de leite restante e misture bem. Amoleça a gelatina na água e leve ao fogo em ba- nho-maria até dissolver. Espere amornar um pouco e junte à mistura reser- vada. Acrescente as raspas de limão, as claras e misture delicadamente. Coloque sobre o flan de abacate gelado. Leve à geladeira por cerca de 3 horas ou até endu- recer. PARA O COULIS DE MANGA Bata no liquidificador os 4 primeiros ingredientes. Junte os demais ingredientes e misture bem. Reserve. Sirva com o flan. MONTAGEM Depois de refrigerado, desenforme o flan em um prato e cubra com o coulis. Decore a borda do prato com tirinhas de manga, rodelas de limão, tirinhas de abacate e folhinhas de hortelã. Sirva bem gelado.


GAZETA TERÇA-FEIRA, 18 DE FEVEREIRO DE 2014.


> Vitória na Justiça


A delegada que realizou uma cirurgia de mudança de sexo conseguiu, uma autorização para mudar o nome. Antes conhecida como Thiago de Castro Teixei- ra, ela passará a usar, oficialmente, a nova alcunha de Laura.


> Focus prevê inflação maior


Previsão de crescimento da economia brasileira para este ano recuou de 1,90% para 1,79%; para 2015, a estimativa de expansão reduziu de 2,20% para 2,10%


CULINÁRIA Sobremesa Brasil


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