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Presidente


Presidente francês. Mas o Primeiro-Ministro português disse ainda que


“tudo o que se passa no norte de África, está no pleno interesse da Europa”, considerando que “os europeus devem estar absolutamente unidos em torno desta intervenção”.


Pedro Passos Coelho esclareceu que as Forças Ar-


madas portuguesas participarão nesta intervenção “no domínio da formação das forças malianas”, no que é um dos pedidos do Governo daquele País africano às nações europeias.


Pedro Passos Coelho, afirmou que Portugal e a França


têm uma “grande sintonia” de visão sobre o caminho que a Europa deve fazer, sublinhando que é preciso avançar para “uma verdadeira união financeira e bancária”.


“Temos uma grande sintonia quanto à visão comum


do trabalho que precisamos de fazer em termos euro- peus, de estabilização da zona euro, de aprofundamento das instituições europeias, de cumprimento das nossas obrigações, plasmadas nos tratados, seja o tratado da governação, seja o tratado para o crescimento”, disse Passos Coelho, na conferência de imprensa conjunta com o Presidente francês.


O Primeiro-Ministro português, considerou que Portu-


gal e França concordam na ideia de que a Europa precisa de “reforçar os passos que está a dar para estabelecer uma verdadeira união financeira e bancária”.


“Para os dois países”, continuou, “isso é essencial


para que todas as Nações do Euro possam estabilizar os seus programas de reforma estrutural, e regressar a níveis de competitividade e de crescimento económico, que sejam geradores de emprego e de oportunidades para todos”.


“Temos uma grande sintonia quanto à visão comum


do trabalho que precisamos de fazer em termos euro- peus, de estabilização da zona euro, de aprofundamento das instituições europeias, de cumprimento das nossas obrigações, plasmadas nos tratados, seja o tratado da governação, seja o tratado para o crescimento”, disse o


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primeiro-ministro português. Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que é preciso


“levar mais longe” a estratégia, já iniciada, de regresso de Portugal aos mercados de capital, considerando que os países cumpridores “devem ser apoiados” pela Europa nesse regresso.


O Diário Económico noticia hoje que o Governo está a


preparar esse regresso aos mercados nos próximos dias. De acordo com a página do jornal na Internet, o Governo já terá decidido regressar aos mercados antes do dia


25 de Fevereiro, data de início da sétima avaliação da ‘troika’. O valor da emissão de Obrigações do Tesouro a cinco anos, diz o jornal, é ainda indeterminado.


Na conferência de imprensa, ao lado do Presidente


da República francesa, François Hollande, Passos Coelho não confirmou datas nem valores, mas reafirmou que o Governo tem o objectivo de regressar “a mercado não oficial” durante este ano.


– Lusa, Diário Económico


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