O professor
Carlos Vici,
alunos e a
gerente da
SESI
unidade Sesi
de Londrina,
Lucilene
Furlan, na
festa do
prêmio Escola
Voluntária
realizam atividades recreativas e educativasFeita com material reciclado (caixa de leite
com as crianças. “Fazemos teatro de fan-longa vida), a manta térmica funciona como
toches, peças de teatro, lemos histórias”,isolante, minimizando temperaturas
conta Caroline Domingos, de 16 anos. “Éextremas no ambiente. O desenvolvimento
uma atividade importante para a genteteve o apoio do professor de Física Carlos
conhecer e aprender com outras realidades.”Henrique Gorges Vici. A equipe capacitou
detentos da penitenciária de Londrina para
Cirze Candeia, também do 2º ano, faz parteproduzir as mantas, que são doadas para
da equipe que trabalha com menoresfamílias carentes.
infratores. “Uma vez por semana, os adoles-
centes vêm à escola e há uma troca de“A idéia surgiu em sala, mas todo o trabalho
experiências: ensinamos a prática esportivade pesquisa e desenvolvimento foi feito fora
e eles nos ensinam a grafitar. Isso é bom,do horário das aulas”, explica Ericson Luan
pois nos aproxima uns dos outros”, diz.Soares Lima, de 18 anos, que integra a
equipe do projeto. “É muito importante que
EMPREENDEDORISMOo colégio incentive práticas como essa, pois
despertam a solidariedade e a cidadania e
Em Rio Negro, o projeto “Pequenasabrem novos horizontes”, diz ele.
Empresas, Grandes Conhecimentos”, criado
na própria escola, empolga os alunos de 1ªEm Pato Branco, os alunos do 1º e 2º anos
série. As equipes são desafiadas a criarparticipam do projeto social “Sesi por um
empresas – com razão social, capital, buscamundo melhor”. Eles visitam creches e esco-
de financiamentos, produção e vendas, con-las das regiões mais carentes do município e
tratação de trabalhadores, marketing e publi-
cidade. A idéia é motivar o aprendizado e
estimular o empreendedorismo.
Proposto pelo professor de matemática
Jackson Tyszka, o projeto envolve hoje
todas as disciplinas. “É muito interessante
e motivador. A gente se envolve e aprende
com prazer”, diz Lucas Steidel, de 16 anos.
Sua equipe implantou a Fale Veículos, de
revenda de automóvel, e a Padaria Morro
do Macaco. Já surgiram também
madeireiras, fábricas de poste, de instru-
mentos musicais e de chocolates e até uma
funerária. “A apresentação das empresas,
ao final do bimestre, pára a escola. O melhor
é ver a dedicação e o capricho dos alunos
na formatação de suas empresas”, diz oPalco itinerante leva peça teatral
professor Tyszka.para vários municípios
51OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA fevereiro/março 2009
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