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SISTEMA FIEP
Os mapas foram construídos por grupos de especialis-
ao longo dos anos para que as visões possam ser
tas, formados por representantes do poder público,
alcançadas com sucesso.
empresas e associações empresariais, instituições de
ensino, centros de pesquisa e terceiro setor. PRÓXIMOS PPASSOS
Para cada grupo foi proposta a reflexão a partir de um
“Os próximos passos prevêem a difusão dos projetos e
diagnóstico do atual panorama do setor pesquisado
a sua efetiva implementação. A partir deste ano, vamos
para, em seguida, definir o futuro desejado. Os tra-
articular com todos os setores da sociedade organiza-
balhos apontam os impedimentos atuais à implemen-
da para avançar nesse processo”, anuncia Marília de
tação das visões prospectivas, concluindo com a
Souza. Na solenidade de apresentação, em Curitiba,
elaboração de uma agenda pró-ativa de ações que
exemplares dos projetos foram entregues a represen-
visam enfrentar os desafios à materialização do futuro
tantes do poder público, indústria, academia e terceiro
desejado.
setor.
Visões complementares também foram elaboradas
O diretor do Senai Paraná, João Barreto Lopes, entre-
para cada um dos 12 setores pesquisados. As visões
gou o acervo a Juraci Barbosa Sobrinho, presidente da
compõem um cenário desejado no qual a indústria
Curitiba S/A; Ater Cristófoli, empresário do setor de
paranaense trabalha de forma articulada e se torna
equipamentos de biossegurança de Campo Mourão;
referência em pesquisa, inovação e tecnologia.
Décio Estevão do Nascimento, gerente de Pós-
Graduação do campus Curitiba da UTFPR; e Luciana
Para cada visão foram identificados desafios a serem
Grandizoli, diretora da Fundação Arayara.
vencidos, fatores críticos de sucesso e ações a serem
implementadas a curto, médio e longo prazos, de
Mais informações
forma a alcançar o futuro desejado para a indústria
No site www.fiepr.org.br/observatorios
paranaense. Também foram identificadas novas tec-
Pelo e-mail observatorios@fiepr.org.br
nologias que devem ser desenvolvidas ou incorporadas
Ou pelo telefone (41) 3901-1877
19OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA fevereiro/março 2009
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