Anos 10 Certificações
2002
“Levar às comunidades produtos
e serviços mais fiáveis
e baratos”
Os ganhos em termos de imagem/reputação são provavelmente os dos destinos da empresa, ao proporcionar-lhes formação e uma
menos relevantes, atendendo à crescente banalização da carreira mais valorizada, ao levar às comunidades produtos e serviços
certificação. O impacto sobre as vendas também não parece ser mais fiáveis e baratos; em termos ambientais, passámos a conhecer
expressivo. Houve certamente ganhos, maiores ou menores, melhor as nossas responsabilidades ambientais, estabelecemos
consoante os casos, em matéria de eficiência organizacional, compromissos públicos e começámos a implementar programas em
disciplina de processos e consistência de performances. Muito múltiplas áreas, da gestão de resíduos à eficiência energética.
importantes, também, as mais-valias aportadas quanto ao
envolvimento e motivação dos trabalhadores.
Sem dúvida, os processos de certificação afectaram as expectativas e
as necessidades das partes interessadas alterando a sua relação com a
empresa. Só para referir alguns exemplos, relativos a três dos nossos
mais importantes stakeholders:
a) o accionista Estado passou recentemente a valorizar a existência de
Sistemas de Gestão formais na avaliação do desempenho dos CTT;
b) a melhoria verificada no sentido de ownership dos empregados e
também nas suas qualificações;
c) ao nível dos clientes, há um diferencial entre a qualidade percebida
nas zonas certificadas, face às restantes (e níveis de exigência mais
elevados). Luís Filipe Paulo
A certificação acabou por afectar, de alguma forma, as três Director de Qualidade e Sustentabilidade dos CTT
dimensões da Sustentabilidade empresarial. O pilar económico, no
sentido que nos ajudou a ser (é a percepção que temos) mais
competitivos e performantes, mais capazes de responder às
exigências do mercado, mais preparados para o futuro; o pilar social,
ao solicitar uma maior participação dos colaboradores na condução
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