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P “SGS ICS
32|33 Rigor e Capacidade Técnica”
Agora, tal como há 10 anos, algumas pessoas poderiam pensar que já Por outro lado, dificilmente as diversas partes interessadas da
se certificou tudo o que havia para certificar, mas as várias partes sociedade que ‘puxam’ pelo pilar do Ambiente, vão premiar com o
interessadas da sociedade vão fazendo surgir novas oportunidades e sucesso, no futuro, organizações que não tenham a gestão ambiental
exigindo resposta a novas necessidades. incluída na sua gestão corrente.
É incontornável que a SGS ICS marcou um ponto de viragem na
certificação em Portugal, ao ter sido a primeira entidade realmente
acreditada para o efeito.
Na área ambiental, a que mais me diz directamente respeito, a SGS ICS
privilegiou sempre o rigor e a capacidade técnica de todo o processo,
com especial destaque para as equipas auditoras. A importância
atribuída às questões de fundo na área ambiental, onde se incluía a
preocupação da verificação da conformidade legal das empresas que
certificava, foi uma assinatura da SGS ICS que contribuiu para a
credibilidade da certificação ambiental, inclusivamente junto das
entidades oficiais, e para o estabelecimento de uma bitola para muitos
dos intervenientes, onde se incluíam as empresas, os consultores e
outros auditores. Aliás, o referido rigor e capacidade técnica
continuam a pautar a actuação da SGS ICS e a influenciar os vários
actores do mercado, inclusivamente ao nível de exigência nos próprios
processos de acreditação.
Tenho ainda de realçar que a SGS ICS contribuiu para a diversificação da
oferta de serviços, passando a disponibilizar para o mercado Português
os diversos produtos e serviços do seu portfólio internacional, de onde
se podiam destacar algumas novidades na altura, como a certificação
do Serviço e a certificação no âmbito da Responsabilidade Social.
A abertura do mercado a novos Organismos de Certificação e
consequentemente a novas metodologias, ainda que todas
necessariamente a dar resposta às exigências dos documentos de
referência para a acreditação, introduziu novos pontos de vista e
passou a existir um mercado concorrencial, o que levou à melhoria do
desempenho dos Organismos no que respeita a tempos de resposta e
serviço ao cliente.
A certificação dos Sistemas de Gestão, e em concreto ao nível
ambiental, faz cada vez mais sentido, pois o futuro da sociedade passa,
sem dúvida, pela Sustentabilidade onde o Ambiente é um dos pilares.
Quanto às organizações, esperemos que entendam que o futuro delas Elisabete Martins
também depende da defesa do ambiente e que a certificação pode ser Directora de Certificação Ambiental
da SGS ICS entre 1999 e 2003uma ferramenta para manter viva e em evolução a gestão ambiental.
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